O Zé Ninguém
Eu sou o zé ninguém
Aquele que esqueceram de desejar o bem
Eu sou o estrangeiro
O xenofóbico e o maconheiro
Tenho um distúrbio assassino
E um também democrático
Observo meu vizinho
Só vejo culpa em todos
Não vejo razão em ninguém
Confundo o mal e bem
Eu sou a malandragem
Do presidente, só a ingenuidade
Eu sou o rotulador,
As vezes médicos e as vezes doutor
Tenho um distúrbio assassino
E um também democrático
Observo meu vizinho
Só vejo culpe em todos
Não vejo razão em ninguém
Confundo o mal e bem
Não é que eu seja o zé ninguém
Pra ser pior tem que se dar bem
Faço parte da luxuria e da vitória
Não quero mendigar amor, muito menos quero mendigar glória
O meu dilema é ser
Porque é melhor ser um do que ser cem
El Juan Nadie
Yo soy el Juan Nadie
Aquel al que olvidaron desearle el bien
Soy el extranjero
El xenófobo y el marihuanero
Tengo un trastorno asesino
Y también democrático
Observo a mi vecino
Solo veo culpa en todos
No veo razón en nadie
Confundo el mal y el bien
Soy la picardía
Del presidente, solo la ingenuidad
Soy el etiquetador,
A veces médico y a veces doctor
Tengo un trastorno asesino
Y también democrático
Observo a mi vecino
Solo veo culpa en todos
No veo razón en nadie
Confundo el mal y el bien
No es que yo sea el Juan Nadie
Para ser peor hay que salirse con la suya
Formo parte de la lujuria y la victoria
No quiero mendigar amor, mucho menos quiero mendigar gloria
Mi dilema es ser
Porque es mejor ser uno que ser cien
Escrita por: Benan Vick Borba / Victor Leonardo Da Silveira