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Río Grande del Sur

Rivadávia Barreto

Rio Grande do Sul

Dei de rédeas no meu peito
Enfrenei meu pensamento
Rebenqueando uma saudade
Aragana igual ao vento
Palanqueando minha ideia
Redomona em seu talento
Na rodilha destes versos
Trançados tento por tento

Dos versos enrodilhados
Na garupa da coxilha
Abre-se uma armada grande
Laçando as maravilhas
Das histórias desta terra
Das cruzadas farroupilhas
Fazendo xucro este pago
Sem maneia e sem encilha

O xucro chão Rio-Grandense
Dos heróis de trinta e cinco
Defenderam este pago
Com grandeza e com afinco
Guardando nossas fronteiras
Sempre aguentando o repuxo
Provando a todo o país
O brasileirismo gaúcho

Rio Grande do Sul deu prova
Ao Brasil continentino
Com tantas lutas e glórias
Campeando seu destino
Riquezas do seu folclore
Boi barroso e o brasino
Puxando firme na ponta
Do cabeçalho sulino

Río Grande del Sur

Le di rienda suelta a mi pecho
Frené mi pensamiento
Azotando una nostalgia
Que sopla como el viento
Enmarcando mi idea
Brillando en su talento
En la trama de estos versos
Tejiendo intento por intento

De los versos entrelazados
En la grupa de la llanura
Se abre una gran armada
Atando las maravillas
De las historias de esta tierra
De las cruzadas farroupilhas
Haciendo rústico este pago
Sin brida y sin montura

El rústico suelo riograndense
De los héroes del treinta y cinco
Defendieron este pago
Con grandeza y con empeño
Guardando nuestras fronteras
Siempre aguantando el tirón
Demostrando a todo el país
El brasileñismo gaucho

Río Grande del Sur dio prueba
Al Brasil continental
Con tantas luchas y glorias
Forjando su destino
Riquezas de su folclore
Boi barroso y el brasino
Tirando fuerte de la punta
Del cabezón del sur

Escrita por: Rivadávia Barreto, Jose Adolfo