Novelas
Janelas abertas
São delas que saem o calor terno.
Tragedias cobertas
São elas que comem o desejo interno.
Eternas promessas
São delas que nascem mentiras sinceras.
Algumas sinceras.
Nenhuma sincera.
Não é bem assim
Tudo sempre tem fim
Fatos da vida são fotos de novela.
Começo, meio e fim
Ninguém alem de mim
Sobrou pra assistir novelas.
Espera a era
Dos contos e poesia da idade moderna.
Certa e cega
Estava a minha consciência pra o incerto.
Nessa novela
Fui o perdedor de olhos abertos.
Entre-abertos.
Nada abertos.
Não é bem assim
Tudo sempre tem fim
Fatos da vida são fotos de novela.
Começo, meio e fim
Ninguem alem de mim
Sobrou pra assistir novelas.
Novelas
Ventanas abiertas
De ellas emana el cálido calor.
Tragedias cubiertas
Ellas devoran el deseo interno.
Promesas eternas
De ellas nacen mentiras sinceras.
Algunas sinceras.
Ninguna sincera.
No es así
Todo tiene un final
Los hechos de la vida son como fotos de novela.
Inicio, medio y fin
Nadie más que yo
Me quedó para ver novelas.
Espera la era
De cuentos y poesía de la era moderna.
Segura y ciega
Estaba mi conciencia ante lo incierto.
En esta novela
Fui el perdedor con los ojos abiertos.
Entreabiertos.
Nada abiertos.
No es así
Todo tiene un final
Los hechos de la vida son como fotos de novela.
Inicio, medio y fin
Nadie más que yo
Me quedó para ver novelas.
Escrita por: Rômulo Argos