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Más

Ro Goethe

Mas

Mas você guiou o meu carinho
Floresceu os meus os caminhos
Me ensinou a andar.

Tudo estava tão cheio
Mas parecia sozinho
E eu com a última peça da vida
Só que não se encaixava aqui.

Tudo parecia perfeito
Mas faltou algo tão nítido
Algo que causa versos e rimas
Desculpe, não consigo sorrir.

Mas você guiou o meu carinho
Mergulhou nos meus caminhos
Me ensinou a nadar.

Estava em um mar afogando
A paixão concebeu a sereia no exílio
Me mostrou mares tão cheios de vida
Pena mas não sou daqui.

Agora estou em solo firme
Desvendando os segredos do singelo exílio
Pasmo com a compreensão daquele sorriso
Desculpe se com o arpão te feri.

Os resíduos dessa terra
Alimentam os incredos
De tão turvos, desejamos cemitérios.

Certa razão do caráter
Acorrenta a vaidade
Sou vassalo do seu império.

Aprisionando sentimentos
Clareando os tormentos
A bela majestade estar por vir.

Mas você me deu carinho
Me mostrou os caminhos
Me ensinou a andar.

Mas você me deu carinho
Me mostrou os caminhos
Me ensinou a nadar.

Nada sem querer sai.
Tudo fica ou vai.

Nada sai.
Tudo se vai.

Más

Pero tú guiaste mi cariño
Floreciste mis caminos
Me enseñaste a andar.

Todo parecía tan lleno
Pero se sentía solo
Y yo con la última pieza de la vida
Que simplemente no encajaba aquí.

Todo parecía perfecto
Pero faltaba algo tan evidente
Algo que inspira versos y rimas
Disculpa, no puedo sonreír.

Pero tú guiaste mi cariño
Te sumergiste en mis caminos
Me enseñaste a nadar.

Estaba en un mar ahogándome
La pasión concibió a la sirena en el exilio
Me mostró mares tan llenos de vida
Lástima que no soy de aquí.

Ahora estoy en tierra firme
Descubriendo los secretos del sencillo exilio
Asombrado por la comprensión de esa sonrisa
Disculpa si con el arpón te herí.

Los residuos de esta tierra
Alimentan a los incrédulos
Tan turbios, deseamos cementerios.

Cierto motivo del carácter
Acorrala la vanidad
Soy vasallo de tu imperio.

Aprisionando sentimientos
Aclarando los tormentos
La bella majestad está por venir.

Pero tú me diste cariño
Me mostraste los caminos
Me enseñaste a andar.

Pero tú me diste cariño
Me mostraste los caminos
Me enseñaste a nadar.

Nada sale sin querer.
Todo se queda o se va.

Nada sale.
Todo se va.

Escrita por: Rômulo Argos