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REZA RIBEIRA

Roberta Oliveira

REZA RIBEIRA

Meu encontro na ribeira
É com as águas do mar
Para pedir proteção
A minha mãe Iemanjá

É para pedir a oya
Que seja brisa leve
Para fazer minha voz soar
Mas que seja tempestade
Pra levar toda a maldade
Pras bandas distantes de la
Que a fome de nada me rodeie
Oxossi valei-me
Para minha sede saciar

Que sua flecha seja certeira
Para matar toda a asneira que tente me derrubar
Que sua flecha seja certeira
Para matar toda a asneira que tente me derrubar
Valei-me valei-me todo o povo do bando de lá
Malei-me malei-me de exu a oxalá
Malei-me malei-me todo o povo do bando de lá
Valei-me valei-me de exu a oxalá

REZA RIBEIRA

Mi encuentro en la ribera
Es con las aguas del mar
Para pedir protección
A mi madre Iemanjá

Es para pedir a Oya
Que sea brisa suave
Para hacer sonar mi voz
Pero que sea tormenta
Para llevar toda la maldad
A tierras lejanas de allá
Que el hambre de nada me rodee
Oxóssi, ayúdame
Para saciar mi sed

Que tu flecha sea certera
Para acabar con toda la tontería que intente derribarme
Que tu flecha sea certera
Para acabar con toda la tontería que intente derribarme
Ayúdame, ayúdame, toda la gente del grupo de allá
Me he maldecido, me he maldecido, de Exú a Oxalá
Me he maldecido, me he maldecido, toda la gente del grupo de allá
Ayúdame, ayúdame, de Exú a Oxalá

Escrita por: Chico Saraiva, Roberta Oliveira