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Portugués Sin Pasaporte

Roberto Leal

Português Sem Passaporte

Português, teu passaporte
Já nem é preciso teres
Porque Deus já deu a sorte
De nasceres português

E se preciso for
Vou dizer-te outra vez
Não precisa passaporte
Pra dizer que é português

Não precisa passaporte
Pra dizer que é português

Tu tens na cara um sorriso triste
Ninguém resiste a esse teu olhar
Que às vezes fala de uma saudade
De outro tempo ou de algum lugar

E quando falas por falar brejeiro
E denuncia logo de uma vez
Mesmo calado tudo em ti declara
Está na cara que és português

Mesmo calado tudo em ti declara
Está na cara que és português

Português teu passaporte
Já nem é preciso teres
Porque Deus já deu a sorte
De nasceres português

E se preciso for
Vou dizer-te outra vez
Não precisa passaporte
Pra dizer que é português

Não precisa passaporte
Pra dizer que é português

Teu jeito mostra uma razão alegre
Tua alegria, festas de verão
Eu tenho orgulho porque é a minha gente
Tem a bondade no seu coração

E mesmo pobre quando pões à mesa
Pões a fartura de tudo o que tens
Nossa Senhora reza do azulejo
Eu te protejo como português

Nossa Senhora reza do azulejo
Eu te protejo como português

Tu tens na cara um sorriso triste
Ninguém resiste a esse teu olhar
Que às vezes fala de uma saudade
De outro tempo ou de algum lugar

E quando falas por falar brejeiro
E denuncia logo de uma vez
Mesmo calado tudo em ti declara
Está na cara que és português

Mesmo calado tudo em ti declara
Está na cara que és português

Português teu passaporte
Já nem é preciso teres
Porque Deus já deu a sorte
De nasceres português

E se preciso for
Vou dizer-te outra vez
Não precisa passaporte
Pra dizer que é português

Não precisa passaporte
Pra dizer que é português

Portugués Sin Pasaporte

Portugués, tu pasaporte
Ya ni siquiera es necesario que tengas
Porque Dios ya te dio la suerte
De nacer portugués

Y si es necesario
Te lo diré otra vez
No necesitas pasaporte
Para decir que eres portugués

No necesitas pasaporte
Para decir que eres portugués

Tienes en la cara una sonrisa triste
Nadie puede resistirse a esa mirada tuya
Que a veces habla de una nostalgia
De otro tiempo o de algún lugar

Y cuando hablas de manera pícara
Y delatas de una vez
Aun en silencio todo en ti lo declara
Está claro que eres portugués

Aun en silencio todo en ti lo declara
Está claro que eres portugués

Portugués, tu pasaporte
Ya ni siquiera es necesario que tengas
Porque Dios ya te dio la suerte
De nacer portugués

Y si es necesario
Te lo diré otra vez
No necesitas pasaporte
Para decir que eres portugués

No necesitas pasaporte
Para decir que eres portugués

Tu forma de ser muestra una alegría razonable
Tu alegría, fiestas de verano
Me enorgullezco porque es mi gente
Tiene la bondad en su corazón

Y aun siendo pobre cuando pones la mesa
Pones la abundancia de todo lo que tienes
Nuestra Señora reza desde el azulejo
Te protejo como portugués

Nuestra Señora reza desde el azulejo
Te protejo como portugués

Tienes en la cara una sonrisa triste
Nadie puede resistirse a esa mirada tuya
Que a veces habla de una nostalgia
De otro tiempo o de algún lugar

Y cuando hablas de manera pícara
Y delatas de una vez
Aun en silencio todo en ti lo declara
Está claro que eres portugués

Aun en silencio todo en ti lo declara
Está claro que eres portugués

Portugués, tu pasaporte
Ya ni siquiera es necesario que tengas
Porque Dios ya te dio la suerte
De nacer portugués

Y si es necesario
Te lo diré otra vez
No necesitas pasaporte
Para decir que eres portugués

No necesitas pasaporte
Para decir que eres portugués

Escrita por: Marcia Lucia / Roberto Leal