Meu Poema
Oh, menina vem prá ver de perto
Todo o sonho que eu lhe oferecí.
Eu espero que você
Venha, mas eu já sei que você não vem, que você não vem.
Meu poema é pobre, é um fracasso.
Mas, lhe chamo assim mesmo, sem versos.
Do poeta não herdei
O verso, mas todo amor eu lhe entreguei, eu lhe entreguei.
Vem, mas vem prá mim, sou triste assim, pois perdí você que nunca soube que eu lhe amava tanto.
Eu que lhe chamo, eu que lhe amo,
Não posso mais viver tão só nem esperar.
Mas, quem sou eu que lhe chamo?
Cantei protesto e o abalo não me abalou.
Mas, eu sentí o amor eu mim.
Mi Poema
Oh, chica ven a ver de cerca
Todo el sueño que te ofrecí.
Espero que vengas
Pero ya sé que no vendrás, que no vendrás.
Mi poema es pobre, es un fracaso.
Pero te llamo de todas formas, sin versos.
Del poeta no heredé
El verso, pero todo mi amor te entregué, te entregué.
Ven, pero ven a mí, estoy triste así, porque te perdí y nunca supiste cuánto te amaba.
Soy yo quien te llama, quien te ama,
Ya no puedo vivir tan solo ni esperar.
Pero, ¿quién soy yo para llamarte?
Canté protesta y el impacto no me afectó.
Pero sentí el amor en mí.
Escrita por: Roberto Travassos