395px

Mandacarú en los Dientes de Gaia

Roça Nova

Mandacarú Nos Dentes de Gaia

Caboclo, tô me sentindo leve
Me livrando de tudo quanto é trem que me faz mal
Mergulho e abro meu caminho
A correnteza segue seu sentido natural

Caboclo, tô me sentindo leve
Me livrando de tudo quanto é trem que me faz mal
Mergulho e abro meu caminho
A correnteza segue seu sentido natural

Ponta de lança, raio de Sol
Ilumina espelho d'água
Se apronta ciranda ao som do rio
Com o canto da cigarra
Olho pro céu lembro de cata-vento
Cataclisma e maracutaia
Cidadão do mundo, olhar de bicho
Mandacaru nos dentes de gaia
Ontem quebramos barreiras
Hoje cortamos quebranto
Peço licença, peço desculpas
Se a reação for espanto

E não venha me dizer que eu não avisei
Quem avisa amigo é, eu avisei e sigo caminhando

Indiferente amanhecer, canto de quem não quer mais se ouvir
Pra se sonhar dentro de um novo começo a me preferir
Não se manifestará força que não sabe qual
Dentro de um novo mundo caiçara tudo fora do normal

Mandacarú en los Dientes de Gaia

Caboclo, me siento ligero
Liberándome de todo lo que me hace daño
Me sumerjo y abro mi camino
La corriente sigue su curso natural

Caboclo, me siento ligero
Liberándome de todo lo que me hace daño
Me sumerjo y abro mi camino
La corriente sigue su curso natural

Punta de lanza, rayo de Sol
Ilumina el espejo de agua
Se prepara la ronda al son del río
Con el canto de la cigarra
Miro al cielo, recuerdo el girasol
Cataclismo y travesura
Ciudadano del mundo, mirada de animal
Mandacarú en los dientes de Gaia
Ayer rompimos barreras
Hoy cortamos maleficios
Pido permiso, pido disculpas
Si la reacción es de asombro

Y no vengas a decirme que no te advertí
Quien avisa, amigo es, yo advertí y sigo caminando

Indiferente amanecer, canto de quien ya no quiere escucharse más
Para soñar dentro de un nuevo comienzo prefiriéndome a mí
No se manifestará fuerza que no sabe cuál
Dentro de un nuevo mundo caiçara todo fuera de lo común

Escrita por: João Manga