Balada (Sem Grana)
Mais um fim de semana, quero sair
Mas balada sem grana, somente o sofá
Programas que me deixam alienado
Que tédio, que saco, exijo contato (imediato)
Seguros em casa é que corremos perigo
Inimigos imaginários, causam danos, estragos
O silêncio desperta a insanidade
Pensamentos disfuncionais sugam (toda força de vontade)
Faz de conta que ainda está vivo que não te desespera
(A paz de um domingo)
Adrenalina é uma paixão esquecida, memória suprimida
(Em sua rotina)
Eu que não me rendo, não vou desistir
Lá fora há um par de olhos que me salve de mim
Mediocridade, mediocidade, no fundo invejo a ingenuidade
(Em se resignar)
Importa-se com nada, além do próprio umbigo
Outra semana passa e ocupados demais
Exaustos para refletir, pensar
Que essa estrada não leva a nenhum lugar
Se for hoje o fim do seu mundo?
O que diria aos sonhos deixados de lado?
Mais do que nunca é preciso estar vivo!
Antes que seja tarde, antes que seja ontem
Balada (Sin Plata)
Más un fin de semana, quiero salir
Pero la balada sin plata, solo el sofá
Programas que me dejan alienado
Qué aburrimiento, qué fastidio, exijo contacto (inmediato)
Seguros en casa es que corremos peligro
Enemigos imaginarios, causan daños, estragos
El silencio despierta la insanidad
Pensamientos disfuncionales absorben (toda fuerza de voluntad)
Haz de cuenta que aún estás vivo que no te desespera
(La paz de un domingo)
La adrenalina es una pasión olvidada, memoria suprimida
(En tu rutina)
Yo que no me rindo, no voy a rendirme
Afueras hay un par de ojos que me salven de mí
Mediocridad, mediocridad, en el fondo envidio la ingenuidad
(En resignarse)
Importarse con nada, más allá del propio ombligo
Otra semana pasa y ocupados demasiado
Agotados para reflexionar, pensar
Que este camino no lleva a ningún lugar
¿Será hoy el fin de tu mundo?
¿Qué dirías a los sueños dejados de lado?
¡Más que nunca es necesario estar vivo!
Antes de que sea tarde, antes de que sea ayer
Escrita por: Leandro Marins