Depressa
Apressa, depressa!
Vem surgindo uma nova estação
Me leve, de leve, sozinha
Encontre o segredo guardado num coração
Nascente o que sentes
Deságua no rio da razão
Num encontro perdido, parado, sozinho, sonhar
Apressa, depressa!
Que esse amor já não pode esperar
Se entregue, sofrendo, calada, ferida
Nos braços a te aliviar
Vai dizer que eu não sei mais
É encontrá-la a beira da loucura
Sem vontade, desejo e paixão
Vai dizer que eu não mereço
É respirar pensando em te querer
Tenha pressa, não vá se esquecer
Deprisa
Deprisa, deprisa!
Se acerca una nueva estación
Llévame suavemente, sola
Encuentra el secreto guardado en un corazón
Nace lo que sientes
Desemboca en el río de la razón
En un encuentro perdido, detenido, solo, soñar
Deprisa, deprisa!
Que este amor ya no puede esperar
Entrégate, sufriendo, callada, herida
En brazos que te aliviarán
Dirás que ya no sé más
Es encontrarla al borde de la locura
Sin voluntad, deseo y pasión
Dirás que no lo merezco
Es respirar pensando en desearte
Ten prisa, no vayas a olvidar
Escrita por: Rodrigo Apolinario