ato profano
Cinza é tão anos 90
Admiro o quão patético me tornei
Toca minha música predileta
Um sentimento que eu finalmente encontrei
Amargamente, nada me satisfaz
Mesmo tendo tudo ainda quero mais
Tão agridoce o gosto que me traz (o gosto que me traz)
Eu escutei meus pais, mas prefiro transcender em meio a tanta maldade
Pessoas me dizem que não vai nascer outra oportunidade
Eu sei que sou capaz de me auto sabotar (me auto sabotar)
Sei que sou capaz de me auto sabotar (me auto sabotar)
Como se todo o peso do mundo estivesse nas minhas costas
E mesmo sem pergunta procuro uma resposta
E eu sei que sou capaz de me auto sabotar (ah)
Já não me olho no espelho (não)
Há um estranho no reflexo
Porque tudo a minha volta (huh)
Eu desejo, eu desprezo
Num tempo medieval
Em que sou rival de mim mesmo
Sei que não é proposital
Mas eu prorrogo meu enterro
Amargamente, nada me satisfaz
Mesmo tendo tudo ainda quero mais
Tão agridoce o gosto que me traz (o gosto que me traz)
Eu escutei meus pais, mas prefiro transcender em meio a tanta maldade
Eu pago o preço de viver sóbrio e entediado nessa cidade
Eu sei que sou capaz de me auto sabotar (me auto sabotar)
Sei que sou capaz de me auto sabotar (me auto sabotar)
Como se todo o peso do mundo estivesse nas minhas costas
E mesmo sem pergunta procuro uma resposta
E eu sei que sou capaz de me auto sabotar, ah, ah, ah
(Bem, acho que)
Eu sou repleto de camadas
Mas me colocam nesse pedestal
Travando mais uma batalha
Onde quem vence é o bem, e não o mal
Acto profano
Gris es tan años 90
Admiro lo patético que me he vuelto
Suena mi canción favorita
Un sentimiento que finalmente encontré
Amargamente, nada me satisface
Aunque lo tengo todo, aún quiero más
Tan agridulce el sabor que me trae (el sabor que me trae)
Escuché a mis padres, pero prefiero trascender en medio de tanta maldad
La gente me dice que no habrá otra oportunidad
Sé que soy capaz de auto sabotearme (auto sabotearme)
Sé que soy capaz de auto sabotearme (auto sabotearme)
Como si todo el peso del mundo estuviera sobre mis hombros
Y aunque sin preguntar busco una respuesta
Y sé que soy capaz de auto sabotearme (ah)
Ya no me miro en el espejo (no)
Hay un extraño en el reflejo
Porque todo a mi alrededor (huh)
Deseo, desprecio
En un tiempo medieval
Donde soy mi propio rival
Sé que no es intencional
Pero postergo mi entierro
Amargamente, nada me satisface
Aunque lo tengo todo, aún quiero más
Tan agridulce el sabor que me trae (el sabor que me trae)
Escuché a mis padres, pero prefiero trascender en medio de tanta maldad
Pago el precio de vivir sobrio y aburrido en esta ciudad
Sé que soy capaz de auto sabotearme (auto sabotearme)
Sé que soy capaz de auto sabotearme (auto sabotearme)
Como si todo el peso del mundo estuviera sobre mis hombros
Y aunque sin preguntar busco una respuesta
Y sé que soy capaz de auto sabotearme, ah, ah, ah
(Bueno, supongo)
Estoy lleno de capas
Pero me ponen en este pedestal
Luchando otra batalla
Donde gana el bien, no el mal
Escrita por: Hugo Devonne / Roger Frederick