Paulistinha
Os trolinho passava,
As muié com os vestido grandão facerava,
E inté se via roça de verdade no meio da cidade.
Ah! como tá diferente o São Paulo de agora!
Só se vê sobradão grande que vai se embora, os tais de arranha-céu..
Cheio de janelinha que de noite parece o céu com as estrelinhas
Conversando contente com os letreros que se acende e se apaga regatêro.
Brincando de esconder e dançando catira,
Pra nunca se esquecer do São Paulo "Caipira".
Paulistinha adeus eu vou, cumprir a sina que eu mereci,
Quando o sol despontar no horizonte já estarei bem longe daqui,
Vou me embora de madrugadinha,
Já encilhei me cavalo alazão,
Porque sei que tu não seras minha.
Ai paulistinha do meu coração.
Paulistinha adeus eu vou, cumprir a sina que eu mereci,
Quando o sol despontar no horizonte já estarei bem longe daqui.
Adeus povo adeus terra paulista,
Plantação de cafe e algodão
Vou pra longe viver do meu modo
Ai paulistinha do meu coração.
Paulistinha adeus eu vou, cumprir a sina que eu mereci,
Quando o sol despontar no horizonte já estarei bem longe daqui,
O meu bem não se casa comigo,
Por não me ver com ainxada na mão,
Eu não largo da minha viola
Ai paulistinha do meu coração.
Paulistinha
Los chicos traviesos pasaban,
Las mujeres con vestidos largos brillaban,
Y hasta se veía un campo de verdad en medio de la ciudad.
¡Ah! ¡Cómo ha cambiado São Paulo ahora!
Solo se ven grandes edificios que se van, esos llamados rascacielos..
Llenos de ventanitas que por la noche parecen el cielo con las estrellitas
Hablando alegremente con los letreros que se encienden y se apagan rápidamente.
Jugando a las escondidas y bailando catira,
Para nunca olvidar el São Paulo 'Caipira'.
Paulistinha adiós me voy, a cumplir el destino que merecí,
Cuando el sol despunte en el horizonte ya estaré lejos de aquí,
Me iré de madrugada,
Ya ensillé mi caballo alazán,
Porque sé que no serás mía.
Ay paulistinha de mi corazón.
Paulistinha adiós me voy, a cumplir el destino que merecí,
Cuando el sol despunte en el horizonte ya estaré lejos de aquí.
Adiós pueblo, adiós tierra paulista,
Plantación de café y algodón,
Me voy lejos a vivir a mi manera,
Ay paulistinha de mi corazón.
Paulistinha adiós me voy, a cumplir el destino que merecí,
Cuando el sol despunte en el horizonte ya estaré lejos de aquí,
Mi amor no se casa conmigo,
Por no verme con el azadón en la mano,
No me separo de mi guitarra,
Ay paulistinha de mi corazón.