Escravo da Solidão
Onde andará
O amor que me pertenceu?
Será que pensa em mim
Ou será que me esqueceu?
Será que ainda existe
Ou será que já morreu?
Por capricho do destino
Meu castelo foi ao chão
Me tornei prisioneiro da vida
E escravo da solidão
Me tornei prisioneiro da vida
E escravo da solidão
Eu vou partir
Amanhã quando o Sol despontar
Vou cruzar planícies e montes
Bem distante daqui vou pousar
Vou em busca da felicidade
Que minha alma não pode encontrar
Que no oceano da vida
Sorridente irei navegar
E nos turbilhões dos enganos
Desta vez não irei naufragar
E assim vencerei a batalha
Da vida de quem sabe amar
Esclavo de la Soledad
¿Dónde estará
El amor que me perteneció?
¿Será que piensa en mí
O será que me olvidó?
¿Será que aún existe
O será que ya murió?
Por capricho del destino
Mi castillo se derrumbó
Me convertí en prisionero de la vida
Y esclavo de la soledad
Me convertí en prisionero de la vida
Y esclavo de la soledad
Partiré
Mañana cuando el Sol despunte
Cruzaré llanuras y montañas
Muy lejos de aquí me posaré
Buscaré la felicidad
Que mi alma no puede hallar
En el océano de la vida
Sonriente navegaré
Y en los torbellinos de los engaños
Esta vez no naufragaré
Y así venceré la batalla
De la vida de quien sabe amar
Escrita por: Franca Nery / Romano