Outro Mundo
Velejar, entre o céu e o mar, onde não há terra,
Seu lugar é onde você não está, então abra a janela
E comece a viver no seu mundo natural uma nave no espaço sideral.
Pedindo permissão para pousar, pedindo permissão para ficar,
Pedindo permissão para descer, pedindo permissão para viver.
Tranque as portas, risque as paredes, jogue os quadros todos no chão,
Sobrevivência não, diz a ciência, esta é a evolução.
Desça as escadas correndo, cuidado com o degrau no fim do corredor
Atravesse a rua, te espero às duas, na estação de metrô.
Pra quem dorme entre as estrelas, não há segredo, nem há confusão,
E o sangue que corre em minhas veias, ele veio de outra dimensão...
Nós viemos de outra dimensão
Tranque as portas, risque as paredes, jogue os quadros todos no chão,
Sobrevivência não, diz a ciência, esta é a evolução.
Desça as escadas correndo, cuidado com o degrau no fim do corredor
Atravesse a rua, te espero às duas, na estação de metrô.
Mas não conte a ninguém onde vamos por favor
Otro Mundo
Navegar, entre el cielo y el mar, donde no hay tierra,
Tu lugar es donde tú no estás, así que abre la ventana
Y comienza a vivir en tu mundo natural, una nave en el espacio sideral.
Pidiendo permiso para aterrizar, pidiendo permiso para quedarse,
Pidiendo permiso para bajar, pidiendo permiso para vivir.
Cierra las puertas, borra las paredes, tira todos los cuadros al suelo,
Supervivencia no, dice la ciencia, esta es la evolución.
Baja corriendo las escaleras, cuidado con el escalón al final del pasillo
Cruza la calle, te espero a las dos, en la estación de metro.
Para quien duerme entre las estrellas, no hay secreto, ni hay confusión,
Y la sangre que corre por mis venas, viene de otra dimensión...
Venimos de otra dimensión
Cierra las puertas, borra las paredes, tira todos los cuadros al suelo,
Supervivencia no, dice la ciencia, esta es la evolución.
Baja corriendo las escaleras, cuidado con el escalón al final del pasillo
Cruza la calle, te espero a las dos, en la estación de metro.
Pero no le digas a nadie a dónde vamos, por favor
Escrita por: R.S. Gomes