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Qué nostalgia

Sabrina Oliveira

Que Saudade

Eu já cansei de falar
Por que não cantar os versos que eu escrevi?
Tem dois dias que eu falei que ia sumir
Mas eu tava sentada, pensando, lembrando

O quanto que seria bom
Sentir seu cheiro de novo aqui perto de mim
To precisando de um carin
Queria poder apertar o play

Daquela vez que a gente se beijou da última vez
Que saudade
Que eu tenho do teu cafuné
Se você continuar eu vou dormir em pé

Não adianta eu insistir
Em ficar longe de quem põe esse sorriso em mim
Eu não quero desistir
De te ter de novo aqui

Que saudade
Que saudade
Não esquece que gente tem que ir de manhã
Naquela padaria que vende nosso croissant

Eles vendiam um sonho
Recheado de avelã
Que se eu deixasse tu comia três de madrugada
A gente deitadinho

Tu em cima de mim
Me beijando
Carinho rolando até que enfim
Como é que faz pra não pensar nisso o dia todin
Eu só lembro da tua boca coladinha em mim

Que saudade
Que saudade
Que saudade
Que saudade

Eu já cansei de falar
Por que não cantar os versos que eu escrevi?
Não adianta eu insistir
Em ficar longe de quem põe esse sorriso em mim
Eu não quero desistir
De te ter de novo aqui

Que saudade
Que saudade
Que saudade
Que saudade

Qué nostalgia

Ya me cansé de hablar
¿Por qué no cantar los versos que escribí?
Hace dos días dije que iba a desaparecer
Pero estaba sentada, pensando, recordando

Lo bueno que sería
Sentir tu olor de nuevo cerca de mí
Necesito cariño
Quisiera poder darle al play

De aquella vez que nos besamos por última vez
Qué nostalgia
Que tengo de tu cariño
Si sigues así, voy a dormir de pie

No sirve de nada insistir
En alejarme de quien me hace sonreír
No quiero rendirme
A tenerte de nuevo aquí

Qué nostalgia
Qué nostalgia
No olvides que debemos ir por la mañana
A esa panadería que vende nuestro croissant

Ellos vendían un sueño
Relleno de avellana
Que si te dejaba, te comías tres de madrugada
Nosotros acurrucados

Tú encima de mí
Besándome
El cariño fluyendo hasta que por fin
¿Cómo hago para no pensar en eso todo el día?
Solo recuerdo tu boca pegada a la mía

Qué nostalgia
Qué nostalgia
Qué nostalgia
Qué nostalgia

Ya me cansé de hablar
¿Por qué no cantar los versos que escribí?
No sirve de nada insistir
En alejarme de quien me hace sonreír
No quiero rendirme
A tenerte de nuevo aquí

Qué nostalgia
Qué nostalgia
Qué nostalgia
Qué nostalgia

Escrita por: Sabrina Oliveira