Bibelô
Sem notar, fui abrindo a guarda
E sem olhar, decorei as falas
E fui cedendo aos seus caprichos
E quase me tornei seu bibelô
Correndo à beira de um abismo
Tentando não ouvir a minha dor
Que me enfraqueceu, me paralisou,
Me fez duvidar do que sou
Não tente me dizer o que pensar
Não tente me deter nem castigar
Eu não fui formatada pra agradar
Cansei do seu mundinho raso
Não quero mais o seu descaso
Não queira conhecer meu lado mau
Sem notar, alimentei a farsa
Sem falar, revelei as cartas
E fui cedendo aos seus caprichos
E quase me tornei seu bibelô
Correndo à beira de um abismo
Tentando não ouvir a minha dor
Que me enfraqueceu, me paralisou,
Me fez duvidar do que sou
Não tente me dizer o que pensar
Não tente me deter nem castigar
Eu não fui formatada pra agradar
Cansei do seu mundinho raso
Não quero mais o seu descaso
Não queira conhecer meu lado mau
Eu não fui formatada pra agradar
Eu não fui formatada pra te agradar
Muñeca de Porcelana
Sin darme cuenta, fui bajando la guardia
Y sin mirar, memoricé las líneas
Y fui cediendo a tus caprichos
Y casi me convertí en tu muñeca de porcelana
Corriendo al borde de un abismo
Tratando de no escuchar mi dolor
Que me debilitó, me paralizó
Me hizo dudar de quién soy
No intentes decirme qué pensar
No intentes detenerme ni castigarme
No fui programada para complacerte
Me cansé de tu mundo superficial
No quiero más tu indiferencia
No intentes conocer mi lado oscuro
Sin darme cuenta, alimenté la farsa
Sin hablar, revelé las cartas
Y fui cediendo a tus caprichos
Y casi me convertí en tu muñeca de porcelana
Corriendo al borde de un abismo
Tratando de no escuchar mi dolor
Que me debilitó, me paralizó
Me hizo dudar de quién soy
No intentes decirme qué pensar
No intentes detenerme ni castigarme
No fui programada para complacerte
Me cansé de tu mundo superficial
No quiero más tu indiferencia
No intentes conocer mi lado oscuro
No fui programada para complacerte
No fui programada para complacerte a ti
Escrita por: Renato Pagliacci / Sabrina Sanm