TV Dinner
Hypothesise a hero's rise and teach them all to then despise
It is our way to make a king
Romanticise how they begin, fetishize their struggling
While all the while they're suffering
In every worming memory of what they truly are
The rigmarole, the tortured soul, the constant spin
The merry-go-roundhouse kick into the face, sheer loss of private space
The moths, the snakes, the tiny waist-coat tail riders suck the grace
And little colour out my face, the cancer in a padlock case
No one gets into my space
No one gets into my space
The market before anything
The darkest days are yet to sing
Like Winehouse, she was just a bairn
They love her now but bled her then
They reared me as a class clown
Grass fed little cash cow
I cashed out, headed hell bound
And now they point and laugh
No one gets into my space
No one gets into my space
Am I up to this?
Am I up to this?
Am I up to this?
No one gets in
I'll sell my story when it's true, I'll paint a pretty pic of you
I'll walk amongst the ones who walk and talk when I am born
I'm in the embryonic state
On borrowed time, I clean my plate
With a TV dinner I spectate
The fucks all gesticulate
The chip on shoulder pulsates, my hatred, it mutates
Posh cunt had me irate, he say: We're all the same
Are you wild? Do you have enemies?
A start with no amenities?
A mark that bleeds a legacy?
A spark without tuition fee?
A darkness that they envy?
They frenzy to befriend me
But I kna yee, yel sell me
Yel sell me, yel kill me
No one gets into my space
No one gets into my space
Am I up to this?
Am I up to this?
Am I up to this?
Am I up to this?
Am I up to this?
Am I up to this?
No one gets into my space
Jantar na TV
Hipotetize a ascensão de um herói e ensine a todos para em seguida desprezar
É nosso jeito de criar um rei
Romantizar como eles começam, fetichizar o sofrimento deles
Enquanto, o tempo todo, eles estão sofrendo
Em cada memória inalterável do que realmente são
A confusão, a alma torturada, o giro constante
O carrossel e o chute rodado que atinge no rosto, perda total do espaço privado
As traças, as cobras, os pequenos cavaleiros de colete sugam a graça
E com pouca cor no meu rosto, o câncer em uma caixa de cadeado
Ninguém entra no meu espaço
Ninguém entra no meu espaço
O mercado antes de qualquer coisa
Os dias mais sombrios ainda vão cantar
Como a Winehouse, ela era só uma criança
Eles a amam agora, mas a sangraram naquele tempo
Eles me criaram como um palhaço de classe
Como uma vaca leiteira alimentada a grama
Eu me retirei, fui pro inferno
E agora eles apontam e riem
Ninguém entra no meu espaço
Ninguém entra no meu espaço
Estou preparado pra isso?
Estou preparado pra isso?
Estou preparado pra isso?
Ninguém entra
Vou vender minha história quando for verdade, vou pintar um quadro bonito de você
Vou andar entre aqueles que andam e falam quando eu nascer
Estou em estado embrionário
Com tempo emprestado, limpo meu prato
Com um jantar na TV, eu assisto
Os filhos da puta gesticulam
O ressentimento guardado pulsa, meu ódio se transforma
Aquele filho da puta chique me deixou irritado, ele diz: Somos todos iguais
Você é selvagem? Tem inimigos?
Um começo sem comodidades?
Uma marca que sangra um legado?
Uma faísca sem taxa de matrícula?
Uma escuridão que eles invejam?
Eles enlouquecem pra ser meus amigos
Mas eu conheço vocês, vocês vão me vender
Vocês vão me vender, vocês vão me matar
Ninguém entra no meu espaço
Ninguém entra no meu espaço
Estou preparado pra isso?
Estou preparado pra isso?
Estou preparado pra isso?
Estou preparado pra isso?
Estou preparado pra isso?
Estou preparado pra isso?
Ninguém entra no meu espaço