Mangueira 2023 - Lula da Mangueira e Cia
A força que vem de além mar
É sangue, raça e pulsar da Mãe África
O vento soprou, destino mudou
Na Bahia veio aportar
Banto, Jeje yorubá
Trazendo costumes de seus ancestrais
No corpo, as marcas de seus rituais
Várias bandeiras, cantos de fé
Um grito em prol da liberdade
Axé, o povo clamava
Axé, a paz implorava
Cortejo à Rainha
Magia e poder
Prepare seu Xequerê
Oyá yá cadê a lei Áurea tão sonhada?
Oyá yá ou foi pura ilusão?
Os negros na rua em dia de folia
Desafiando a escravidão
Bahia de todos os Santos
Terra do encanto
Eparrei Oyá
Tem Festa do Lava Pés
Devotos do Candomblé
Saudando os seus Orixás
Eu sou - A voz da luta pela igualdade
Herança Preta, Timbalançando de verdade
Ilê Aiyê, Olodum e Bandauê Salve os filhos de Gandhi
Vem na pipoca eu quero ver
Abençoe oh nosso senhor do Bonfim
Tem que respeitar meu Tamborim
Rufa os tambores de felicidade
Lá vem Mangueira, É verde e rosa na cidade
Mangueira 2023 - Lula da Mangueira y Cía
La fuerza que viene de ultramar
Es sangre, raza y latir de la Madre África
El viento sopló, el destino cambió
En Bahía llegó a puerto
Banto, Jeje yorubá
Traen consigo las costumbres de sus ancestros
En el cuerpo, las marcas de sus rituales
Varias banderas, cantos de fe
Un grito a favor de la libertad
Axé, clamaba el pueblo
Axé, imploraba la paz
Cortejo a la Reina
Magia y poder
Prepara tu Xequerê
Oyá yá ¿dónde está la tan anhelada Ley Áurea?
Oyá yá ¿o fue pura ilusión?
Los negros en la calle en día de fiesta
Desafiando la esclavitud
Bahía de todos los Santos
Tierra encantada
Eparrei Oyá
Hay Fiesta del Lavado de Pies
Devotos del Candomblé
Saludando a sus Orixás
Yo soy - La voz de la lucha por la igualdad
Herencia Negra, Timbalançando de verdad
Ilê Aiyê, Olodum y Bandauê Salven a los hijos de Gandhi
Ven en la pipoca, quiero ver
Bendice, oh nuestro señor del Bonfim
Hay que respetar mi Tamborim
Resuena los tambores de felicidad
Ahí viene Mangueira, Es verde y rosa en la ciudad
Escrita por: Belo da Mangueira / Jorge Blau Blau / Lula da Mangueira / Meia Noite. / Vinícius Samôr