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Beija-Flor von Nilópolis - Samba-Enredo 2006

Samba-Enredo

Beija-Flor de Nilópolis - Samba-Enredo 2006

Sou Beija-Flor
Poços de Caldas é a referência
Do caos inicial a explosão da vida
Sou água a nave-mãe da existência

Brilhou, no universo refletiu
Uma grande explosão
A mãe Terra enfim surgiu
Do céu uma imensa tempestade desabou
Nas águas se manifestou a vida
Assim ao longo de rios e mares
Surgem civilizações
Com arte e sabedoria
A liberdade buscar
Um novo mundo conquistar

Rei netuno quero navegar
Tenho medo deste mar secar
Me proteja quero mergulhar
Pro seu reino desvendar

Atlantida terra reluzente do amor
Do rumo celestial desviou
Ao fundo do mar foi tragada
O criador, abençoou o nosso chão
O combustivel da vida nos doou
O reino de todas as águas Brasil
A semente brotou com ela redenção e paz
Poços de Caldas tu és Minas Gerais
Derrama sobre a terra suas águas milagrosas
Preservação a sinfonia da vida
Ouça o lamento da natureza que chora
E o clamor que vem das águas
A eternidade pode começar agora

Beija-Flor von Nilópolis - Samba-Enredo 2006

Ich bin Beija-Flor
Poços de Caldas ist das Symbol
Vom anfänglichen Chaos zur Explosion des Lebens
Ich bin Wasser, das Mutterschiff der Existenz

Es leuchtete, im Universum reflektierte es
Eine große Explosion
Die Mutter Erde erschien endlich
Vom Himmel brach ein gewaltiger Sturm herein
Im Wasser manifestierte sich das Leben
So entlang der Flüsse und Meere
Entstehen Zivilisationen
Mit Kunst und Weisheit
Die Freiheit zu suchen
Eine neue Welt zu erobern

König Neptun, ich möchte segeln
Ich habe Angst, dass dieses Meer austrocknet
Schütze mich, ich möchte eintauchen
Um dein Reich zu enthüllen

Atlantis, strahlendes Land der Liebe
Vom himmlischen Kurs abgewichen
Wurde in die Tiefen des Meeres verschlungen
Der Schöpfer segnete unseren Boden
Schenkte uns den Treibstoff des Lebens
Das Reich aller Gewässer Brasilien
Die Saat spross, mit ihr Erlösung und Frieden
Poços de Caldas, du bist Minas Gerais
Gieße deine wundersamen Wasser über die Erde
Erhaltung, die Symphonie des Lebens
Höre das Weinen der Natur, die klagt
Und den Ruf, der aus den Gewässern kommt
Die Ewigkeit kann jetzt beginnen

Escrita por: Wilsinho Paz, Silvio Romai, Noel Costa, Alexandre Moraes