Embaixada de Samba Cidade de Macapá - Samba-enredo 2024
[Enredo: Macapá Querida: Cidade Cheia de Vida]
Jóia menina da Amazônia
Cidade cheia de vida
O que fizeram dos teus casarões
Das mangueiras do Largo da Matriz
Onde estão teus dançarás? E o Bar Continental?
O bate-papo no Café Society
Onde a gente era feliz
Salve R. Peixe, bamba do impressionismo
Zeca Serra, Silas Salgado no mais puro idealismo
Mãe Luzia, Vó Guardina, dando origem à tradição
Pedro Bolívar, Falconery, Vagalume
Que saudades!
Ó Macapá, meu grande amor
Nos versos da Embaixada és a saudade que ficou
Ó Macapá, meu grande amor
Vem dizer na tua história
O que o tempo apagou
Quem não se lembra do Laguinho, numa tarde de emoção
No tambor do marabaixo, na batuta do Mestre Julião
Como era lindo a cabrocha delirar
No embalo vir dançar em alto astral
No leva-e-tráz das rimas dos ladrões
De João Barca e Ladislau
E nesse sonho veio o coreto da pracinha
E me empolgo com os dobrados inspirados da bandinha
Lembrar da festa do padroeiro me aperta o coração
Do Boi do Idê eu não esqueço nem nas noites de São João
A Difusora está no ar com a Rádio-Novela
Tinha o Clube do Guri e as crônicas irreverentes do Alcy
É hora do Carnet Social
Contando causos regional
Do mensageiro do interior
Quem nunca viu batalha de confete
Não sabe do seu esplendor
O velho centro onde tudo começou
A saga dos Houat, Zagurys e Alcolumbres
Foi tanta gente que nem dá pra mencionar a gratidão
Por tudo que fizeram pela grandeza desse chão
Embaixada de Samba Ciudad de Macapá - Samba-enredo 2024
[Enredo: Macapá Querida: Ciudad Llena de Vida]
Joya, niña de la Amazonía
Ciudad llena de vida
¿Qué hicieron con tus casonas?
De los mangos del Largo de la Matriz
¿Dónde están tus bailarines? ¿Y el Bar Continental?
La charla en el Café Society
Donde éramos felices
Salve R. Peixe, maestro del impresionismo
Zeca Serra, Silas Salgado en el más puro idealismo
Mamá Luzia, Abuela Guardina, dando origen a la tradición
Pedro Bolívar, Falconery, Vagalume
¡Qué nostalgia!
Oh Macapá, mi gran amor
En los versos de la Embajada eres la nostalgia que quedó
Oh Macapá, mi gran amor
Ven a contar en tu historia
Lo que el tiempo borró
¿Quién no recuerda el Laguinho, en una tarde de emoción?
En el tambor del marabaixo, bajo la batuta del Maestro Julião
Qué lindo era ver a la cabrocha delirar
Al ritmo de bailar en alto astral
En el vaivén de las rimas de los ladrones
De João Barca y Ladislau
Y en este sueño vino el quiosco de la placita
Y me emociono con los marchas inspiradas de la bandita
Recordar la fiesta del santo me aprieta el corazón
Del Boi del Idê no olvido ni en las noches de San Juan
La Difusora está al aire con la Radio-Novela
Tenía el Club del Guri y las crónicas irreverentes de Alcy
Es hora del Carnet Social
Contando historias regionales
Del mensajero del interior
Quien nunca vio una batalla de confeti
No sabe de su esplendor
El viejo centro donde todo comenzó
La saga de los Houat, Zagurys y Alcolumbres
Fue tanta gente que ni da para mencionar la gratitud
Por todo lo que hicieron por la grandeza de este suelo