Império Ricardense - Samba-Enredo 2025
Sou do mistério, a magia
Nas lendas, fantasia
Vou me apresentar
Peralta, não precisa ter medo
Não guarde segredo
Muito prazer, sou o folclore popular
Vivo no amor de Naia Guerreira
E no gargalhar de Matinta Pereira
Dos rios e matas sou o guardião
Em noite de festa, boto é sedução
Inhá Jansen vem das trevas
Eita mulher má
Sua carruagem solta fogo pelo ar
Olha a mula sem cabeça
Curupira e Pererê
O caldeirão da cuca vai ferver
Vou pedir pra mãe do ouro
Mostrar o meu tesouro
A maldade é como flecha
Lançada pelo homem no seio da floresta
Pé de garrafa e Caipora, luz na escuridão
Contra devastadores, proteção
Negrinho do Pastoreio
Curou feridas com as graças concebidas
Lobisomem, bruxaria
Quanta assombração!
A Gralha Azul semeia paz e união
Era uma vez, pare pra escutar
Império Ricardense tem histórias pra contar
Vou lavar a sua alma de criança inocente
Brasilidade é na Intendente
Imperio Ricardense - Samba-Enredo 2025
Soy del misterio, la magia
En las leyendas, fantasía
Voy a presentarme
Tranquilo, no hay por qué temer
No guardes secretos
Mucho gusto, soy el folclore popular
Vivo en el amor de Naia Guerrera
Y en la risa de Matinta Pereira
De ríos y selvas soy el guardián
En noche de fiesta, traigo seducción
Inhá Jansen viene de las sombras
¡Vaya mujer mala!
Su carruaje suelta fuego por el aire
Mira la mula sin cabeza
Curupira y Pererê
El caldero de la bruja va a hervir
Voy a pedirle a la madre del oro
Que muestre mi tesoro
La maldad es como una flecha
Lanzada por el hombre en el seno del bosque
Pé de garrafa y Caipora, luz en la oscuridad
Contra los devastadores, protección
Negrito del Pastoreo
Curó heridas con las gracias concedidas
Hombre lobo, brujería
¡Cuántas apariciones!
La Gralha Azul siembra paz y unión
Érase una vez, para y escucha
El Imperio Ricardense tiene historias que contar
Voy a lavar tu alma de niño inocente
La brasilidad está en la Intendente
Escrita por: Gonzaguinha, Wagner Zanco, Fernando Sapê, Gilsinho da Vila, Jorginho Anhangá, Téo Dimirit