Quem Espera, Sempre Espera
Quem espera sempre espera
E ficamos velhos esperando meu amor
Tudo nessa vida é passageiro ...
Menos o motorista e o cobrador
Esperar um lugar ao sol
Um peixe grande no anzol
Um prato cheio de ração
Espernear no berço da ilusão
Oh ! esplêndido berço sem colchão
Comprar , comprar , comprar , comprar
Roupas "de marca " a prestação
Comprar , comprar , comprar , comprar
Consumir com compulsão
Carro zero , videocassete
Computador de ultima geração
Comprar, comprar , comprar, comprar
Consumir com compulsão
Até o seu amor.... com garantia de tesão
Televisor mito do bicho japonês
Comer hamburger, beber coca-cola
Catchup com maionese, tomate com ovos e bacon
Num pão francês
Oh doce, doce delírio burguês
Oh doce, doce vida de burguês
Os olhos grudados, grudados na tela
Amenidades, besteiras, bobagens, bobagens
Novelas, novelas , novelas , novelas
Refrão
Você se emociona impessoalmente
Como um voyer passivamente
Sem qualquer motivo você chora
Até pela pipoca que estoura
Na panela do "aqui e agora" (here now)
Temer , temer , temer , temer
Sua moderna paranóia
Perder, perder, perder, perder
Sua grana que te apóia
O infarto, o câncer, a gripe
Aquela buchada e a indigestão
Temer, temer, temer, temer
A polícia e o ladrão
Temer, temer, temer, temer
O seu desamor, sua falta de tesão.....
El que espera, siempre espera
El que espera siempre espera
Y envejecemos esperando mi amor
Todo en esta vida es pasajero...
Menos el conductor y el cobrador
Esperar un lugar al sol
Un pez grande en el anzuelo
Un plato lleno de comida
Patalear en la cuna de la ilusión
¡Oh! espléndida cuna sin colchón
Comprar, comprar, comprar, comprar
Ropa 'de marca' a plazos
Comprar, comprar, comprar, comprar
Consumir con compulsión
Auto nuevo, videocasetera
Computadora de última generación
Comprar, comprar, comprar, comprar
Consumir con compulsión
Hasta tu amor... con garantía de pasión
Televisor mito del bicho japonés
Comer hamburguesa, beber coca-cola
Ketchup con mayonesa, tomate con huevos y tocino
En un pan francés
Oh dulce, dulce delirio burgués
Oh dulce, dulce vida de burgués
Los ojos pegados, pegados a la pantalla
Futilidades, tonterías, bobadas, bobadas
Telenovelas, telenovelas, telenovelas, telenovelas
Coro
Te emocionas impersonalmente
Como un voyeur pasivamente
Sin ninguna razón lloras
Incluso por las palomitas que estallan
En la olla del 'aquí y ahora'
Temer, temer, temer, temer
Tu moderna paranoia
Perder, perder, perder, perder
Tu dinero que te sostiene
El infarto, el cáncer, la gripe
Esa comida pesada y la indigestión
Temer, temer, temer, temer
La policía y el ladrón
Temer, temer, temer, temer
Tu desamor, tu falta de pasión...