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Hoy No (part. Musicametria)

Sangri-La

Hoje Não (part. Musicametria)

Meu ódio deformado
Tomando conta do meu ser
Tentando me convencer
Sobre um mundo
Onde eu não mereço mais viver

E mesmo que eu já tenha passado por isso
Existia algo que teimava em me perturbar
Balbuciando que esse ciclo um dia iria voltar

Hoje eu não morro
Acredite em mim
Hoje não
Se existe algo que ainda bate

É o meu coração
Coração rasgado
(E quebrado)
Em um corpo envergonhado
(E cansado)
Que tenta descobrir
(O que tenta descobrir? )
O que é que eu fiz de errado
(Tudo de errado)

Caindo na própria desgraça
(Merecidamente)
Perdendo tudo de graça
(Merecidamente)
Já se foi suas asas
(Merecidamente)
Não tem ninguém em casa

Hoje essas paredes se quebram
(Quais paredes?)
Minha tristeza se encerra
(Realmente se encerra?)

E se tudo virar guerra
Mesmo que eu volte pra terra
Eu viro fera
(Ah, vai virar guerra)

Porque hoje meus problemas não passam
Minhas algemas se quebram
E mesmo que tuas chamas me consumam
Minha memória te assombrará
Por que minha desforra está a chegar

Hoje eu não vou morrer

E hoje meus pulmões doem
Para me lembrar que estou vivo
E eles doem
Para me lembrar que estou vivo

Acredite em mim, hoje não
Se existe algo que ainda bate
É o meu coração

E não importa se estou quebrado
Eu não estou enterrado
E se a Terra cair sobre mim
Eu não serei soterrado

E não importa se queimem a minha casa
Ou se arranquem as minhas asas
Não importa
Pois hoje eu não vou morrer

Esse não será o meu fim
E não adianta mentir, eu estou a sorrir
Por tudo que quase me derrubou
E mesmo assim eu continuo aqui

Porque não adianta cortar as minhas asas
Ou queimar a minha casa
Pois hoje eu não vou partir
E não tem ninguém, ninguém que tire isso de mim

Se hoje eu não morri
Amanhã eu me perco
No terceiro dia eu me levanto
Mas no quarto eu viro qualquer um
No quinto eu finalmente encontro minha paz

Mas no sexto eu descubro o que é egoísta
E no sétimo dia eu repito, eu repito tudo de novo
Até sair da minha boca, que hoje eu não morro

Hoy No (part. Musicametria)

Mi odio deformado
Tomando control de mi ser
Tratando de convencerme
Sobre un mundo
Donde ya no merezco vivir más

Y aunque ya haya pasado por esto
Existía algo que seguía perturbándome
Balbuceando que este ciclo algún día volvería

Hoy no muero
Créeme
Hoy no
Si algo aún late

Es mi corazón
Corazón destrozado
(Y quebrado)
En un cuerpo avergonzado
(Y cansado)
Que intenta descubrir
(¿Qué intenta descubrir?)
Qué hice mal
(Todo mal)

Cayendo en mi propia desgracia
(Merecidamente)
Perdiéndolo todo gratuitamente
(Merecidamente)
Tus alas ya se han ido
(Merecidamente)
No hay nadie en casa

Hoy estas paredes se rompen
(¿Cuáles paredes?)
Mi tristeza llega a su fin
(¿Realmente llega a su fin?)

Y si todo se convierte en guerra
Aunque regrese a la tierra
Me vuelvo fiera
(Oh, se convertirá en guerra)

Porque hoy mis problemas no desaparecen
Mis cadenas se rompen
Y aunque tus llamas me consuman
Mi memoria te perseguirá
Porque mi venganza está por llegar

Hoy no voy a morir

Y hoy mis pulmones duelen
Para recordarme que estoy vivo
Y duelen
Para recordarme que estoy vivo

Créeme, hoy no
Si algo aún late
Es mi corazón

Y no importa si estoy destrozado
No estoy enterrado
Y si la Tierra cae sobre mí
No seré sepultado

Y no importa si queman mi casa
O si arrancan mis alas
No importa
Porque hoy no voy a morir

Este no será mi fin
Y no sirve de nada mentir, estoy sonriendo
Por todo lo que casi me derriba
Y aún así sigo aquí

Porque no sirve de nada cortar mis alas
O quemar mi casa
Porque hoy no me iré
Y no hay nadie, nadie que me quite esto

Si hoy no morí
Mañana me pierdo
Al tercer día me levanto
Pero en el cuarto me convierto en cualquiera
En el quinto finalmente encuentro mi paz

Pero en el sexto descubro lo egoísta
Y en el séptimo día repito, repito todo de nuevo
Hasta que salga de mi boca, que hoy no moriré

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