Marias Capoeiras
Solta a mandinga aê, angoleira
Solta a mandinga á, angolá
Solta a mandinga aê, angoleira
Solta a mandinga á
Na roda da capoeira
Volta e meia vamos dar
Eu sou livre como o vento
Ninguém vai me segurar
Foi no canto de um lamento
Que veio de além mar
Todo povo de Aruanda
Veio nos acompanhar
Solta a mandinga
Solta a mandinga aê, angoleira
Solta a mandinga á, angolá
Solta a mandinga aê, angoleira
Solta a mandinga á
Na roda da capoeira
Volta e meia vamos dar
Negras, índias e caboclas
Anciãs e feiticeiras
Guerreiras e capoeiras
Guerreiras e capoeiras
Maria Doze Homens
Ana Angélica Endiabrada
Rosa Palmeirão
Almeirinda e Chicão
Tanta mulher da pá virada
Aqualtune e Dandara
Do Quilombo dos Palmares
E a Maria Felipa
Da Ilha de Itaparica
Pela Bahia lutou
Salve todas as Marias
De coragem e rebeldia
Cujo sangue derramou
Dona Maria do Camboatá
Chega na venda ela manda botá
Dona Maria do Camboatá
Chega na venda ela manda botá
Marias Capoeiras
Lass die Magie los, Angoleira
Lass die Magie los, Angolá
Lass die Magie los, Angoleira
Lass die Magie los
Im Kreis der Capoeira
Drehen wir uns immer wieder
Ich bin frei wie der Wind
Niemand wird mich aufhalten
Es war im Gesang eines Klagelieds
Das von jenseits des Meeres kam
Das ganze Volk von Aruanda
Komm mit uns mit
Lass die Magie los
Lass die Magie los, Angoleira
Lass die Magie los, Angolá
Lass die Magie los, Angoleira
Lass die Magie los
Im Kreis der Capoeira
Drehen wir uns immer wieder
Schwarze, Indigene und Mestizen
Älteste und Hexen
Kriegerinnen und Capoeiristas
Kriegerinnen und Capoeiristas
Maria Zwölf Männer
Ana Angélica die Teuflische
Rosa Palmeirão
Almeirinda und Chicão
So viele Frauen mit Mut
Aqualtune und Dandara
Aus dem Quilombo dos Palmares
Und die Maria Felipa
Von der Insel Itaparica
Kämpfte für die Bahia
Ehre allen Marias
Von Mut und Rebellion
Deren Blut vergossen wurde
Dona Maria do Camboatá
Wenn sie im Laden ankommt, lässt sie es einrichten
Dona Maria do Camboatá
Wenn sie im Laden ankommt, lässt sie es einrichten