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El Dolor de la Nostalgia

SARKÁZTIKU

A Dor da Saudade

Hoje uma lufa de ar fresco entrou na minha janela
Era a saudade a perguntar por ela
Chorei porque não soube o que dizer
Foi então que decide escrever

Oi filhinha do papá, aí como é que você tá?
Espero que estejas 'bem'. nós aqui é sempre aquele vai e vém
Paz saúde nem tanto, às vezes falta o básico
Mas vamos indo graças a deus, diz-me como é os céus?

Tem edifícios avenidas e ruelas?
Será verdade que as crianças aí são anjos e brincam com as estrelas?
Tudo aí é bonito como se diz?
Qual é a sensação quando vês o arco-íris?

Lá de cima consegues ver a terra?
Aaah! queres saber da guerra

Na mata já acabou, mas agora é na cidade
Cada um por si, deus é pra todos
Assim vivemos nessa cidade
Os valores morais, foram pro lodo

Mas passemos dessa vamos ao que interessa
Te recordas do tupac, ta aí contigo?
Ele e o b.i.g já são amigos?

Diz ao máquina do inferno, que eu mando cumprimentos
Beijos do papá, até o próximo encontro

Tento ser forte, mas a tua partida
Acabou com a minha vida
O mundo foi injusto, e muito...

Quando roubou você de mim
A saudade é o pesadelo que não tem fim
Dias passam e aos poucos eu sinto que morro

Desde puto sempre fui um ser sarcástico
Fora da lei com o mundo nunca fui simpático
Mas tu somente tu, mudastes essa minha maneira de ser
E ver as coisas, destes-me a conhecer

Um mundo novo que o meu eu desconhecia
Contigo percebi que a vida é linda
E muito mas quando se tem uma família
Filha não imaginas o bem que me fazias

E a falta que me fazes, até hoje procuro bases
Pra compreender a tua partida
Esse mundo é tão cruel, tirou da minha vida
A princesa do meu reino, razão da minha existência
Ás do meu baralho, meu norte minha crença
Meu dia vira noite sempre que chega o teu aniversário
25 de novembro não consigo encarar o calendário

Essa data mata, a minha paz de espírito
Tem dias que comigo mesmo entro em conflito
Questiono-me varias vezes qual foi o mal que eu fiz
Que o preço a pagar tinha de ser, a vida da minha filha alguém me diz

Daria tudo mas tudo pra ter de volta a minha pequena
Minha vida sem você não é a mesma
Contigo eu fui feliz como ninguém
E eu amei-te como ninguém

Sempre dei no duro pro o teu bem
Deus diga-me quem... mas quem?
Foi o autor da tamanha crueldade
Que acabou com a minha vida maldita tempestade

Do castelo que existia, só restam escombros
Dia após dia sinto que morro
Aguardo ansioso pelo o próximo encontro

Tento ser forte, mas a tua partida
Acabou com a minha vida
O mundo foi injusto, e muito...

Quando roubou você de mim
A saudade é o pesadelo que não tem fim
Dias passam e aos poucos eu sinto que morro

A saudade é o pesadelo que não tem fim
Dias passam e aos poucos eu sinto que morro
























































































El Dolor de la Nostalgia

Hoy una ráfaga de aire fresco entró por mi ventana
Era la nostalgia preguntando por ella
Lloré porque no supe qué decir
Fue entonces que decidí escribir

Hola hija de papá, ¿cómo estás?
Espero que estés 'bien', aquí siempre es un vaivén
Paz y salud no tanto, a veces falta lo básico
Pero seguimos adelante gracias a Dios, ¿cómo son los cielos?

¿Hay edificios, avenidas y callejones?
¿Es verdad que los niños son ángeles y juegan con las estrellas?
¿Todo es tan bonito como dicen?
¿Qué se siente al ver el arcoíris?

¿Desde arriba puedes ver la tierra?
¡Ah! ¿quieres saber de la guerra?

En el bosque ya terminó, pero ahora es en la ciudad
Cada uno por su cuenta, Dios es para todos
Así vivimos en esta ciudad
Los valores morales se fueron al lodo

Pero pasemos a lo que importa
¿Recuerdas a Tupac, está contigo?
¿Él y B.I.G ya son amigos?

Dile al 'máquina del infierno' que le mando saludos
Besos de papá, hasta el próximo encuentro

Intento ser fuerte, pero tu partida
Acabó con mi vida
El mundo fue injusto, y mucho...

Cuando te robó de mí
La nostalgia es la pesadilla que no tiene fin
Los días pasan y poco a poco siento que muero

Desde niño siempre fui sarcástico
Fuera de la ley, nunca fui simpático con el mundo
Pero tú, solo tú, cambiaste esa forma de ser
Y ver las cosas, me hiciste conocer

Un mundo nuevo que desconocía
Contigo vi que la vida es hermosa
Y mucho más cuando se tiene una familia
Hija, no imaginas lo bien que me hacías

Y la falta que me haces, hasta hoy busco bases
Para entender tu partida
Este mundo es tan cruel, me quitó de mi vida
La princesa de mi reino, razón de mi existencia
As de mi baraja, mi norte, mi creencia
Mi día se convierte en noche cada vez que llega tu cumpleaños
No puedo enfrentar el calendario el 25 de noviembre

Esa fecha mata mi paz interior
Hay días que entro en conflicto conmigo mismo
Me pregunto varias veces qué mal hice
Que el precio a pagar tenía que ser la vida de mi hija, ¿alguien me dice?

Daría todo, pero todo, por tener de vuelta a mi pequeña
Mi vida no es la misma sin ti
Contigo fui feliz como nadie
Y te amé como nadie

Siempre trabajé duro por tu bien
Dios, dime quién... ¿quién?
Fue el autor de tanta crueldad
Que acabó con mi vida, maldita tormenta

Del castillo que existía, solo quedan escombros
Día tras día siento que muero
Espero ansioso el próximo encuentro

Intento ser fuerte, pero tu partida
Acabó con mi vida
El mundo fue injusto, y mucho...

Cuando te robó de mí
La nostalgia es la pesadilla que no tiene fin
Los días pasan y poco a poco siento que muero

La nostalgia es la pesadilla que no tiene fin
Los días pasan y poco a poco siento que muero

Escrita por: Nelson Carlitos