Petróleo Afro-Baiano
Petrolífero tesouro, preto d´ouro
Dê-me graxa pra passar
No peito com preconceito
Se o conceito se enganar.
O alvejante pensamento é um fermento
No que não consegue amar.
Pré-experimentado é o gosto
E incompetente o paladar.
Pra enxergar além da pele
De outra pele, de outra pele.
Por quê não experimenta
Do morno black-contorno?
O que é que há? - Experimenta!
Por isso que é de cimento
Esse intento de voltar pra algum lugar.
É constante o movimento do vento pra África.
No afro-baiano caminho (Pelourinho)
O pé não pode pisar.
Pois, o coração se cala perto do que não está.
Pra enxergar além da pele
De outra pele, de outra pele.
Por quê não experimenta
Do morno black-contorno?
O que é que há? - Experimenta!
Petróleo Afro-Baiano
Tesoro petrolero, negro y dorado
Dame grasa para untar
En el pecho con prejuicio
Si el concepto se equivoca.
El pensamiento blanqueador es un fermento
En aquel que no puede amar.
Preexperimentado es el sabor
E incompetente el paladar.
Para ver más allá de la piel
De otra piel, de otra piel.
¿Por qué no pruebas
El tibio contorno-negro?
¿Qué pasa? - ¡Prueba!
Por eso es de cemento
Este intento de regresar a algún lugar.
Es constante el movimiento del viento hacia África.
En el camino afro-baiano (Pelourinho)
El pie no puede pisar.
Pues, el corazón se calla cerca de lo que no está.
Para ver más allá de la piel
De otra piel, de otra piel.
¿Por qué no pruebas
El tibio contorno-negro?
¿Qué pasa? - ¡Prueba!
Escrita por: Ighor Facchinetti