Curumin Chama Cunhatã Que eu Vou Contar
Te amo Tuiuti
És amor pra vida inteira
Eu quero ser índio, valente e feliz
No “paraíso” que eu sempre quis
Navegou
Singrando os mares, vindo de além-mar
O vento soprou novos rumos
No afã de encontrar
Riquezas.. Um eldorado de rara beleza
Reflete no olhar, o esplendor da natureza
E quando aqui chegou,
Batalhas enfrentou
Desperta a ira dos tupinambás
Cercado pelo índio brasileiro
Aprisionaram o bravo aventureiro
É noite de luar clareia
O índio canta e dança a noite inteira
“Selvagens” com desejo canibal
Na magia do seu ritual
Caminhando na floresta viu
O nativo e sua bravura
Mistérios na “terra Brasil”
“Devorando” sua cultura
Fugiu…no balanço das ondas do mar
Escreveu sua história
Para o mundo encantar
Hans, heróico, guerreiro
É devorado pelo artista brasileiro
Curumin Chama Cunhatã Que eu Vou Contar
Te amo Tuiuti
Eres amor para toda la vida
Quiero ser indio, valiente y feliz
En el 'paraíso' que siempre quise
Navegó
Surcando los mares, viniendo de ultramar
El viento sopló nuevos rumbos
En busca de encontrar
Riquezas... Un eldorado de rara belleza
Refleja en la mirada, el esplendor de la naturaleza
Y al llegar aquí,
Enfrentó batallas
Despertó la ira de los tupinambás
Rodeado por el indio brasileño
Aprisionaron al valiente aventurero
Es noche de luna llena
El indio canta y baila toda la noche
'Salvajes' con deseo caníbal
En la magia de su ritual
Caminando en la selva vio
Al nativo y su valentía
Misterios en la 'tierra Brasil'
'Devorando' su cultura
Huyó... en el vaivén de las olas del mar
Escribió su historia
Para encantar al mundo
Hans, heroico, guerrero
Es devorado por el artista brasileño
Escrita por: Anderson Benson / Flavinho Segal / Flazil Câmara / Leandro RC / Minueto