Afronauta (part. Pretinho da Serrinha)
Eu vim de lá
Vim de Madureira
Sou cidadão do mundo
Eu não tô de brincadeira
Eu vim de lá
Vim de Madureira
Sou cidadão do mundo
Eu não tô de brincadeira
Sai um foguete de Zâmbia
Com filho de Zambia
Afronauta real
O Preto pisando na Lua
E faz do Universo
Seu próprio quintal
Bato na porta do céu
E pergunto: Ô, de casa
Eu trago comigo
A força ancestral que me
Guia e guarda
Eu vim de lá
Vim de Madureira
Sou cidadão do mundo
Eu não tô de brincadeira
Eu vim de lá
Vim de Madureira
Sou cidadão do mundo
Eu não tô de brincadeira
Travas e trancas se abrem
Porque o Preto-Chave
Acabou de chegar
Olorum me recebe
Em seus braços
É dia de festa
Vamu festejá
Bato na porta do céu
E pergunto: Ô, de casa
Eu trago comigo
A força ancestral que me
Guia e guarda
Eu vim de lá
Vim de Madureira
Sou cidadão do mundo
Eu não tô de brincadeira
Eu vim de lá
Vim de Madureira
Sou cidadão do mundo
Eu não tô de brincadeira
Entra na minha nave
Que eu vou te mostrar
Onde mora o som
Entra na minha nave
Que eu vou te mostrar
Onde mora o som
Entra na minha nave
Que eu vou te mostrar
Onde mora o som
Entra na minha nave
Que eu vou te mostrar
Onde mora o som
Eu vim de lá
Vim de Madureira
Sou cidadão do mundo
Eu não tô de brincadeira
Eu vim de lá
Vim de Madureira
Sou cidadão do mundo
Eu não tô de brincadeira
Eu vim de lá
Vim de Madureira
Sou cidadão do mundo
Eu não tô de brincadeira
Eu vim de lá
Vim de Madureira
Sou cidadão do mundo
Eu não tô de brincadeira
Afronauta (parte con Pretinho da Serrinha)
Vengo de allá
De Madureira llegué
Ciudadano del mundo soy
No estoy jugando, lo sé
Vengo de allá
De Madureira llegué
Ciudadano del mundo soy
No estoy jugando, lo sé
Sale un cohete de Zambia
Con hijo de Zambia
Afronauta real
El Negro pisando en la Luna
Y hace del Universo
Su propio patio trasero
Llamo a la puerta del cielo
Y pregunto: ¿Eh, hay alguien en casa?
Traigo conmigo
La fuerza ancestral que me
Guía y protege
Vengo de allá
De Madureira llegué
Ciudadano del mundo soy
No estoy jugando, lo sé
Vengo de allá
De Madureira llegué
Ciudadano del mundo soy
No estoy jugando, lo sé
Se abren cerrojos y trabas
Porque el Negro-Llave
Acaba de llegar
Olorum me recibe
En sus brazos
Es día de fiesta
Vamos a celebrar
Llamo a la puerta del cielo
Y pregunto: ¿Eh, hay alguien en casa?
Traigo conmigo
La fuerza ancestral que me
Guía y protege
Vengo de allá
De Madureira llegué
Ciudadano del mundo soy
No estoy jugando, lo sé
Vengo de allá
De Madureira llegué
Ciudadano del mundo soy
No estoy jugando, lo sé
Entra en mi nave
Que te mostraré
Dónde vive el sonido
Entra en mi nave
Que te mostraré
Dónde vive el sonido
Entra en mi nave
Que te mostraré
Dónde vive el sonido
Entra en mi nave
Que te mostraré
Dónde vive el sonido
Vengo de allá
De Madureira llegué
Ciudadano del mundo soy
No estoy jugando, lo sé
Vengo de allá
De Madureira llegué
Ciudadano del mundo soy
No estoy jugando, lo sé
Vengo de allá
De Madureira llegué
Ciudadano del mundo soy
No estoy jugando, lo sé
Vengo de allá
De Madureira llegué
Ciudadano del mundo soy
No estoy jugando, lo sé