395px

La Vanidad Viene con la Edad

Serve

Vaidade Vem Idade

Marcas e cores no outdoor
Ditam tendências nessa estação
Alimentando o que existe em nós
Cresce a criança e ela também

Por gerações e gerações
Velharias em trajes de novidades
Num mundo desigual todos iguais
Tentando ser diferente para impressionar

De salto alto ou motor v6
Templos, cinemas, arranha-céus
Disse um rei que tudo que há
Debaixo do Sol tem seus sinais

Da bossa nova ao rock inglês
Dos leilões de Abaporu a the card players
Do plenário do congresso nacional
(Pra variar até faz rima) ao carnaval

Vaidade
Maquiagem
Preço alto e pouca duração
Vaidade, vem idade
No final tudo é ilusão!

Estavam cheias todas as casas
Pra ele não havia lugar
Montaram o berço entre os animais
Nasceu o rei e poucos o percebeu

Toda cidade enlouqueceu
Com tantos egos para alimentar
Que todo dia em meio a fome e dor
Uma criança nasce sem ninguém notar

Por vaidade compram sem ter precisão
Por vaidade vendem com exploração
Por vaidade quem prometeu ajudar
Se endividou e nada sobra pra doar

E onde deveria repartir o pão
Pedem dinheiro para manter a ostentação
Rasgando a carta que deixou o pregador
A ninguém devais nada a não ser o amor

La Vanidad Viene con la Edad

Marcas y colores en el cartel
Dictan tendencias en esta temporada
Alimentando lo que existe en nosotros
Creciendo el niño y también él

Por generaciones y generaciones
Antigüedades en trajes de novedades
En un mundo desigual todos iguales
Intentando ser diferente para impresionar

Con tacones altos o motor v6
Templos, cines, rascacielos
Dijo un rey que todo lo que hay
Debajo del Sol tiene sus señales

Desde la bossa nova al rock inglés
De las subastas de Abaporu a los jugadores de cartas
Del pleno del congreso nacional
(Para variar hasta hace rima) al carnaval

Vanidad
Maquillaje
Precio alto y poca duración
Vanidad, viene la edad
¡Al final todo es ilusión!

Estaban llenas todas las casas
Para él no había lugar
Montaron la cuna entre los animales
Nació el rey y pocos lo percibieron

Toda la ciudad enloqueció
Con tantos egos para alimentar
Que cada día en medio del hambre y dolor
Un niño nace sin que nadie lo note

Por vanidad compran sin necesidad
Por vanidad venden con explotación
Por vanidad quien prometió ayudar
Se endeudó y no queda nada para dar

Y donde deberían repartir el pan
Piden dinero para mantener la ostentación
Rasgando la carta que dejó el predicador
A nadie debáis nada excepto amor

Escrita por: Oseas Moraliz