Escolhido - Muichiro Tokito (Kimetsu no Yaiba)
Minhas memórias se dissiparam com o vento, eu esqueci
Só pra me proteger e evitar
Lembrar do que me fez tão mal assim
Os seus olhos vermelhos
Revelam um rosto que há tempo não vejo
Que ensinou a ser bom não só consigo mesmo
Que a bondade reflete igual espelho
Tentei me manter crente, mas
O outro soava tão coerente
Tráz a sensação de ser um incompetente
Tenho traços seus se me esqueço
E você fazia questão de me lembrar
Otimista de mais, que sou igual nossos pais
Suas palavras me ferem por dentro
Que eu não sou o escolhido
Mesmo descendentes
Da primera respiração, não nos faz imponentes
(Aah)
Meu quendo irmão que fechou seu coração
O verão chegou, era uma noita quente
As cigarras cantavam, relações cortadas
Não acreditei no que estava em minha frente demônios são reais
Um invadiu nossa casa
Num piscar de olhos ele arrancou o seu braço
O que de ti ouvia o demônio havia provado
Que ninguém se importava, morreremos como
Nada
A fúria vira venda, grito ecoa da minha alma
Todo fruto do ódio soa medonho, memónas se vão
Sangue por todo lado, demônio morto pelas minhas mãos
Já não ligo pra nada, devo ir pra casa encontrar meu irmão
Sua vida tomada, últimas palavras ouço com atenção
Buda, Deus ou quem tiver me escutando por ai
Só eu que fui culpado, resisti
Poupe meu irmão
Um coração gentil
Mesmo depois de tudo que já viu
Infinito é a bondade que pra ti é luz na escuridão
Agora eu posso respirar!
Desculpa por te preocupar
Memórias voltam, forças retornam
A marca surge em meu rosto e me lembra porque eu sou um pilar!
Que as névoas revelem o que me faz bem
Que a lâmina seja azul que nem a céu
Que eu nunca me esqueça que eu sou o escolhido
Mesmo que meu corpo trave, não se mova mais
Mesmo sendo descendente
Não serei o mesmo que você!
Sua raça assassinou quem pra nós era pai razões de um tempo atrás
A espada ficou vermelha!
A névoa pra respirar, pra atingir
Novas crianças são pilar
Pro Sol refletir e iluminar
Mais longe alcançar
Aqui e agora iremos te parar
Ó querido irmão
Não tem arrependimento aqui em mim
Entendo a proteção, mas não foi em vão
Lutei bravamente ao lado do quem amava
Então vai me dizer que não era feliz?
Também não foi como eu quis
Mas eu entendo suas lágrimas
Elegido - Muichiro Tokito (Kimetsu no Yaiba)
Mis recuerdos se disiparon con el viento, olvidé
Solo para protegerme y evitar
Recordar lo que me hizo tanto daño
Tus ojos rojos
Revelan un rostro que hace tiempo no veo
Que enseñó a ser bueno no solo consigo mismo
Que la bondad refleja igual que un espejo
Intenté mantenerme creyente, pero
El otro sonaba tan coherente
Trae la sensación de ser un incompetente
Tengo rasgos tuyos si me olvido
Y tú hacías hincapié en recordármelo
Demasiado optimista, como nuestros padres
Tus palabras me hieren por dentro
Que no soy el elegido
Aunque descendientes
De la primera respiración, no nos hace imponentes
(Aah)
Mi querido hermano que cerró su corazón
Llegó el verano, era una noche caliente
Las cigarras cantaban, relaciones cortadas
No creí lo que estaba frente a mí, los demonios son reales
Uno invadió nuestra casa
En un abrir y cerrar de ojos arrancó tu brazo
Lo que de ti escuchaba el demonio había probado
Que a nadie le importaba, moriremos como
Nada
La furia se convierte en venta, el grito resuena en mi alma
Todo fruto del odio suena aterrador, memorias se van
Sangre por todas partes, demonio muerto por mis manos
Ya no me importa nada, debo ir a casa a encontrar a mi hermano
Su vida arrebatada, escucho sus últimas palabras con atención
Buda, Dios o quien sea que me esté escuchando por ahí
Solo yo fui culpable, resistí
Salva a mi hermano
Un corazón amable
A pesar de todo lo que ha visto
Infinita es la bondad que para ti es luz en la oscuridad
¡Ahora puedo respirar!
¡Disculpa por preocuparte!
Los recuerdos regresan, las fuerzas vuelven
La marca surge en mi rostro y me recuerda por qué soy un pilar
Que las nieblas revelen lo que me hace bien
Que la hoja sea azul como el cielo
Que nunca olvide que soy el elegido
Aunque mi cuerpo se paralice, no se mueva más
Aunque sea descendiente
¡No seré igual que tú!
Tu raza asesinó a quien era como un padre para nosotros, razones de un tiempo atrás
¡La espada se tiñó de rojo!
La niebla para respirar, para alcanzar
Nuevos niños son pilares
Para que el Sol refleje e ilumine
Alcanzar más lejos
Aquí y ahora te detendremos
Querido hermano
No hay arrepentimiento en mí
Entiendo la protección, pero no fue en vano
Luché valientemente junto a quien amaba
¿Entonces me dirás que no eras feliz?
Tampoco fue como yo quería
Pero entiendo tus lágrimas