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IV. Punto Cero

Sigma 5

IV. Ponto Zero

Sim, aqui estamos nós,
De volta ao ponto zero,
Diante do que fomos...

(E eu) cansado de nadar contra a maré,
Já não tenho qualquer tipo de fé,
(Vou) perdendo batalhas...

Sim, se há um destino é aqui, eu sei...
Mas poderia ser bem mais...
Minha vida era tão certa,
E sem saber ao menos, (eu) vivia de ilusões.

Está feito, este quadro negro em degrade,
Como um traço desbotado
Que em seus erros faz reconhecer
Todo tipo de pecado.

Ah, se eu pudesse então voltar ao tempo que passou
E enfim poder errar em paz,
Sem a culpa que ainda existe em mim,
E buscar o que restou do sonho.

Repintar, descobrir
Cores que eu criei e nem sonhava existir.

E me encontrar,
Talvez até partir,
Em busca do pouco que fui,
Do que restou de mim antes do fim.

IV. Punto Cero

Sí, aquí estamos de nuevo,
De vuelta al punto cero,
Ante lo que éramos...

(Yo) cansado de nadar contra la corriente,
Ya no tengo ningún tipo de fe,
(Voy) perdiendo batallas...

Sí, si hay un destino es aquí, lo sé...
Pero podría ser mucho más...
Mi vida era tan segura,
Y sin saber siquiera, (yo) vivía de ilusiones.

Está hecho, este cuadro negro en degradado,
Como un trazo desvanecido
Que en sus errores hace reconocer
Todo tipo de pecado.

Ah, si pudiera entonces volver al tiempo que pasó
Y finalmente poder equivocarme en paz,
Sin la culpa que aún existe en mí,
Y buscar lo que quedó del sueño.

Repintar, descubrir
Colores que creé y ni siquiera soñaba que existieran.

Y encontrarme,
Tal vez incluso partir,
En busca de lo poco que fui,
De lo que quedó de mí antes del fin.

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