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Viejo Amor

Silveira e Silveirinha

Velho Amor

Hoje eu te vi toda marcada pela vida
Triste, abatida, caminhando devagar
Em cada ruga do teu rosto havia uma queixa
Dessas que deixa uma lágrima rolar

Ombros caídos, olhos baixos e riso triste
Um ar doente de quem nada espera mais
Quanta tristeza, velho amor, em tua figura
Quanta amargura, que mal tua visão me faz

Então lembrei nossos momentos de loucura
E a dor sem cura, de partir e não morrer
O Sol que era, para a vida, tua presença
E toda crença que perdi ao te perder

Senti revolta relembrando o meu passado
Desesperado pra chorar, fui me esconder
Inda que eu morra consumido de saudade
Na realidade, nunca mais quero te ver

Viejo Amor

Hoy os vi a todos marcados por la vida
Triste, abatido, caminando despacio
En cada arruga de tu cara había una queja
Del tipo que deja fluir una lágrima

Hombros caídos, ojos bajos y risa triste
Un aire enfermizo de alguien que no espera nada más
Cuanta tristeza, viejo amor, en tu figura
Cuanta amargura, que daño me hace tu visión

Entonces recordé nuestros momentos de locura
Y el dolor sin cura, de irse y no morir
El Sol que fue, de por vida, tu presencia
Y toda la fe que perdí cuando te perdí

Me sentí enojado recordando mi pasado
Desesperada por llorar me fui a esconder
Incluso si muero consumido por el anhelo
En realidad, no quiero volver a verte nunca más

Escrita por: Hélio Cavenagli / Roberto Stanganelli