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Ocho de Septiembre

Silveira e Silveirinha

Oito de Setembro

Dia oito de setembro
Eu fui dar o meu passeio
Por uma infeliz sorte
Ribeirão estava cheio

Ribeirão estava cheio
Eu voltei pra trás chorando
Coitado do meu benzinho
Que ficou lá me esperando, ai, ai

No prazo de quinze dia
Com meu benzinho encontrei
Ela veio me perguntar
Porque que você não veio?

Por cá eu fui descartando
Com a desculpa da enchente
Você tá de amor mudado
E não quer contar pra gente, ai, ai

Oh! Minha roxa morena
Não preciso esclarecer
Que o ribeirão tava cheio
Tive medo de morrer

Tive medo de morrer
Da morte quero evitar
Vamos nós pisar seguro
Pro nosso amor conservar, ai, ai

Deitado na minha cama
Esta noite eu não dormi
Foi de tanto imaginar
Na viagem que eu perdi

Passei a noite acordado
De paixão quase morri
Porque estive aí bem perto
Pra te ver, mas não te vi, ai, ai

Ocho de Septiembre

Día ocho de septiembre
Salí a dar mi paseo
Por una mala suerte
El arroyo estaba lleno

El arroyo estaba lleno
Regresé llorando
Pobre de mi amorcito
Que se quedó esperándome, ay, ay

En un plazo de quince días
Me encontré con mi amorcito
Ella vino a preguntarme
¿Por qué no viniste?

Por aquí fui evitando
Con la excusa de la inundación
Tú has cambiado de amor
Y no quieres contarnos, ay, ay

¡Oh! Mi morena querida
No necesito explicar
Que el arroyo estaba lleno
Tuve miedo de morir

Tuve miedo de morir
De la muerte quiero huir
Vamos a pisar seguro
Para conservar nuestro amor, ay, ay

Acostado en mi cama
Esta noche no dormí
Fue de tanto imaginar
En el viaje que perdí

Pasé la noche despierto
Casi muero de pasión
Porque estuve tan cerca
Para verte, pero no te vi, ay, ay

Escrita por: Antônio Silva / Silveirinha