Fraternidade
Senhor, que minhas mãos não sejam garras
A transformar o meu vizinho em presa
Meu coração não seja uma represa
Meus pés não fiquem presos por amarras
Que a cerca do jardim não sejam barras
De quem se esconde atrás de uma defesa
Ressoem cânticos em nossa mesa
Aos acordes festivos das guitarras
Das pegadas que deixo, brotem flores
Para bordar todo o planeta em cores
Verdes planícies sob um céu lilás
Se alguém bater, que a porta esteja aberta
Se alguém dormir, que o outro fique alerta
Pois só assim vamos viver em paz
Fraternidad
Señor, que mis manos no sean garras
Para convertir a mi vecino en presa
Que mi corazón no sea una represa
Mis pies no queden atrapados por ataduras
Que la cerca del jardín no sean barras
De quien se esconde detrás de una defensa
Resuenen cánticos en nuestra mesa
A los acordes festivos de las guitarras
De las huellas que dejo, broten flores
Para bordar todo el planeta en colores
Verdes llanuras bajo un cielo lila
Si alguien llama, que la puerta esté abierta
Si alguien duerme, que el otro permanezca alerta
Pues solo así vamos a vivir en paz
Escrita por: Antonio Carlos Santini / Música: Silvestre Kuhlmann