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Carol, Nunca Más Te Llamo Borracho

Simas

Carol, Nunca Mais Te Ligo Bêbado

O sol nasce, a mesa se põe
A lua vem ao cais
Não luto por nada mas também não tenho paz
Sol forte, carne fraca,
Sem manchetes nos jornais
Só na falta do que fazer descobri a falta que você me faz

Eu sou o problema, e você a solução
Me jogo aos teus pés, pra tentar te ter nas mãos
Você é o sol, eu sou luz fria de neon
Mas dizem que até jobim um dia já trocou de tom

Vaga lembrança, vagabunda esperança
Eu sei que errei todos os passos da sua dança
Mas trocar de par é crueldade demais
Só porque dei um passo em falso ou dois passos pra trás

È que teu olhar distante só me trouxe mais pra perto
E no teu sorriso eu via um caminho entreaberto
Mas a porta não abriu, e acabou assim
Você não quis entrar e me deixou fora de mim

Em cima dos meus planos tinha um copo de veneno
Eu bebi, morri, e a culpada foi você
Não interessa o que fui quando vivi
È bem melhor não ser

Em cima dos meus planos tinha um copo de veneno
Eu bebi, morri, e a culpada foi você
Já não importa tudo o que fiz
È bem melhor esquecer
Esquecer você

Nada funciona com a minha vida
Não fica melhor com o tempo, como qualquer bebida
Pensei que você fosse a cura mas
Era só mais uma ferida

No meu coração, horário eleitoral
Na televisão, você em todo e qualquer canal
Mentindo e prometendo com seu sorriso bonito
E, meu bem, eu sempre acredito

Cada um por si,
Arte pela arte
Somos parte de um todo
Ou todo que se parte?

O que há entre nós
É bem maior que um hemisfério
Pra mim
Isso nunca foi mistério

Mas meu maior presente
Seria ter passado
Todo meu futuro
Somente do teu lado

E se de lado me deixar,
Me deixa do lado teu
Tu aprendes a ser minha
E me ensina a ser teu

Em cima dos meus planos tinha um copo de veneno
Eu bebi, morri, e a culpada foi você
Não interessa o que fui quando vivi
È bem melhor não ser

Em cima dos meus planos tinha um copo de veneno
Eu bebi, morri, e a culpada foi você
Já não importa tudo o que fiz
È bem melhor esquecer
Esquecer você

Nos tuas mãos eu cairia feito luva
Nos teus braços cairia feito chuva
Mas foges de mim como raio do trovão
E me atiro feito bala bem na tua direção

Em cima dos meus planos tinha um copo de veneno
Eu bebi, morri, e a culpada foi você
Não interessa o que fui quando vivi
È bem melhor não ser

Em cima dos meus planos tinha um copo de veneno
Eu bebi, morri, e a culpada foi você
Já não importa tudo o que fiz
È bem melhor esquecer
Esquecer você

Carol, Nunca Más Te Llamo Borracho

El sol sale, la mesa se pone
La luna viene al muelle
No lucho por nada pero tampoco tengo paz
Sol fuerte, carne débil,
Sin titulares en los periódicos
Solo en la falta de qué hacer descubrí la falta que me haces

Yo soy el problema, y tú la solución
Me arrojo a tus pies, para intentar tenerte en mis manos
Tú eres el sol, yo soy luz fría de neón
Pero dicen que hasta Jobim un día cambió de tono

Vaga memoria, esperanza vagabunda
Sé que erré todos los pasos de tu danza
Pero cambiar de pareja es demasiada crueldad
Solo porque di un paso en falso o dos pasos hacia atrás

Tu mirada distante solo me acercó más
Y en tu sonrisa veía un camino entreabierto
Pero la puerta no se abrió, y así terminó
Tú no quisiste entrar y me dejaste fuera de mí

Encima de mis planes había un vaso de veneno
Bebí, morí, y la culpable fuiste tú
No importa lo que fui cuando viví
Es mucho mejor no ser

Encima de mis planes había un vaso de veneno
Bebí, morí, y la culpable fuiste tú
Ya no importa todo lo que hice
Es mucho mejor olvidar
Olvidarte

Nada funciona con mi vida
No mejora con el tiempo, como cualquier bebida
Pensé que tú serías la cura pero
Eras solo otra herida

En mi corazón, horario electoral
En la televisión, tú en todos y cada canal
Mintiendo y prometiendo con tu bonita sonrisa
Y, cariño, siempre creo

Cada uno por su lado,
Arte por el arte
Somos parte de un todo
¿O todo que se parte?

Lo que hay entre nosotros
Es mucho más grande que un hemisferio
Para mí
Eso nunca fue un misterio

Pero mi mayor regalo
Sería haber pasado
Todo mi futuro
Solamente a tu lado

Y si me dejas de lado,
Déjame a tu lado
Aprendes a ser mía
Y me enseñas a ser tuyo

Encima de mis planes había un vaso de veneno
Bebí, morí, y la culpable fuiste tú
No importa lo que fui cuando viví
Es mucho mejor no ser

Encima de mis planes había un vaso de veneno
Bebí, morí, y la culpable fuiste tú
Ya no importa todo lo que hice
Es mucho mejor olvidar
Olvidarte

En tus manos caería como guante
En tus brazos caería como lluvia
Pero huyes de mí como rayo de trueno
Y me lanzo como bala directo hacia ti

Encima de mis planes había un vaso de veneno
Bebí, morí, y la culpable fuiste tú
No importa lo que fui cuando viví
Es mucho mejor no ser

Encima de mis planes había un vaso de veneno
Bebí, morí, y la culpable fuiste tú
Ya no importa todo lo que hice
Es mucho mejor olvidar
Olvidarte

Escrita por: Lucas SImas