Atharaxia
Nem toda vida é navegável, nem todo abismo é inabalável
Da imensidão das correntezas, ao clarão das incertezas
Cansei de viver dentro deste aquário
Estou me sentindo o próprio centenário
Daqui de onde estou o ar é rarefeito
Impedi o apocalipse, mas não surtiu efeito
Iceberg de sentimentos presos no escritório
Sua vida é passageira, eu sou o laboratório
Pessoas são como telas: Sempre tão cheias de si
Conteúdo figurado, valores que não se equivalem a mim
Ando pelo jardim dos escombros, pássaros vivem em prantos
O céu não toca o mar, onde foram parar?
Cansei de viver dentro deste aquário
Estou me sentindo o próprio centenário
Daqui de onde estou o ar é rarefeito
Impedi o apocalipse, mas não surtiu efeito
Nem toda vida é navegável, nem todo abismo é inabalável
Da imensidão das correntezas, ao clarão das incertezas
Ando pelo jardim dos escombros, pássaros vivem em prantos
O céu não toca o mar, onde foram parar?
Todas as palavras que você pregava
Por entre as xícaras de café, do abstrato até
Do abstrato até
Do abstrato até
Do abstrato até
Ataraxia
No toda vida es navegable, no todo abismo es inquebrantable
De la inmensidad de las corrientes, al resplandor de las incertidumbres
Me cansé de vivir dentro de este acuario
Me siento como si fuera el propio centenario
Desde donde estoy, el aire es enrarecido
Evité el apocalipsis, pero no surtió efecto
Iceberg de sentimientos atrapados en la oficina
Tu vida es pasajera, yo soy el laboratorio
Las personas son como lienzos: Siempre tan llenas de sí mismas
Contenido figurado, valores que no se equiparan a mí
Caminando por el jardín de escombros, los pájaros viven en llanto
El cielo no toca el mar, ¿dónde han ido a parar?
Me cansé de vivir dentro de este acuario
Me siento como si fuera el propio centenario
Desde donde estoy, el aire es enrarecido
Evité el apocalipsis, pero no surtió efecto
No toda vida es navegable, no todo abismo es inquebrantable
De la inmensidad de las corrientes, al resplandor de las incertidumbres
Caminando por el jardín de escombros, los pájaros viven en llanto
El cielo no toca el mar, ¿dónde han ido a parar?
Todas las palabras que solías predicar
Entre las tazas de café, de lo abstracto a
De lo abstracto a
De lo abstracto a
De lo abstracto a
Escrita por: Rafael Bernardes Merisio / Swami Machado