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De Pé

Sistema Clandestino

De Pé

Tu que nunca secou
Uma sequer lágrima minha
Tinha sempre toda razão
Até porque fostes tu
O motivo de tanta dor

Hoje como podes me pedir
Que sentes ao teu lado
Ou frequente o ambiente
Onde no passado
Em palavras torturou

Posso estar cansado
Mas de pé continuo
E as lembranças tuas
Não aturo pelo conteúdo
Das atitudes sujas
As quais provocastes

Mas de pé continuo
Sem seguir os mesmos passos
Pois aprendi a ser diferente de ti
E iluminar meu irmão na luz
Que nem a noite produz escuridão

De Pé

Tú que nunca secaste
Ni una sola lágrima mía
Siempre tenías toda la razón
Y es que fuiste tú
La razón de tanto dolor

Hoy, ¿cómo puedes pedirme
Que me siente a tu lado?
O que frecuente el ambiente
Donde en el pasado
Con palabras me torturaste

Puedo estar cansado
Pero de pie sigo
Y tus recuerdos
No los soporto por el contenido
De tus actitudes sucias
Que provocaste

Pero de pie sigo
Sin seguir los mismos pasos
Porque aprendí a ser diferente a ti
Y a iluminar a mi hermano en la luz
Que la noche no produce oscuridad

Escrita por: William Contraponto