Uma Promessa
Se eu me prender
Em te alcançar
Talvez eu não irei aceitar
Que não é uma questão de espera
E não vence quem suporta mais
(Tocar o nada com minhas mãos)
Eu nunca precisei de alguém aqui essa é a verdade
(Jamais será igual)
E mesmo que eu pudesse eu não iria reconhecer
Sendo assim então pra mim
Não é mais o mesmo
Como eu pude te deixar
Crescer dentro de mim e me quebrar
Com uma promessa
(Tocar o nada com minhas mãos)
Eu nunca precisei de alguém aqui essa é a verdade
(Jamais será igual)
E mesmo que eu pudesse eu não iria reconhecer
Eu nunca desviei o olhar
Você não pode me culpar (com uma promessa)
Eu nunca desviei o olhar
Eu nunca precisei de alguém aqui
Essa é a verdade
Você não pode me culpar
E mesmo que eu pudesse eu não iria reconhecer
Una Promesa
Si me aferro
A alcanzarte
Quizás no voy a aceptar
Que no es cuestión de esperar
Y no gana quien aguanta más
(Tocar el vacío con mis manos)
Nunca necesité a alguien aquí, esa es la verdad
(Jamás será igual)
Y aunque pudiera, no lo reconocería
Así que para mí
Ya no es lo mismo
¿Cómo pude dejarte
Crecer dentro de mí y romperme
Con una promesa?
(Tocar el vacío con mis manos)
Nunca necesité a alguien aquí, esa es la verdad
(Jamás será igual)
Y aunque pudiera, no lo reconocería
Nunca desvié la mirada
No puedes culparme (con una promesa)
Nunca desvié la mirada
Nunca necesité a alguien aquí
Esa es la verdad
No puedes culparme
Y aunque pudiera, no lo reconocería
Escrita por: Andre Serao, Antonio de Pádua (Belém)