Samba Enredo 2006 - a Diáspora Africana. Um Crime Contra a Raça Humana
Salve mãe negra berço da humanidade
É negra raiz, herança na cor
Canta minha Rosas de Ouro
Exaltando nosso povo,
Que a história humilhou.
África suntuosa e civilizada.
Varrida pela ambição
Assim o teu tesouro se perdeu.
Em nome da fé, negro foi escravizado
Do seu ventre arrancado, Fez prece para os orixás,
Na certeza de não voltar jamais.
Em pleno navio negreiro... Ô Ô Ô
Negro põe-se a lamentar...
Crueldade e agonia
Testemunhadas pela Rainha do Mar
Aportou no meu Brasil, a escravidão
Nos quilombos resistiu à exploração
Com a força do seu sangue construi,
Riqueza que ele não usufruiu.
Um sentimento de liberdade,
Mascarado na verdade, pela abolição.
E hoje o negro canta,
E que esse canto não seja em vão,
E a "sociedade" vem clamando o seu perdão!
Olhai por nós, oh meu senhor,
Ilumina a igualdade social
E a Nação azul e rosa,
Vai a luta orgulhosa
Contra o preconceito Racial
Samba Enredo 2006 - la Diáspora Africana. Un Crimen Contra la Raza Humana
Salve madre negra cuna de la humanidad
Es negra raíz, herencia en el color
Canta mi Rosas de Oro
Exaltando a nuestro pueblo
Que la historia humilló
África suntuosa y civilizada
Barrida por la ambición
Así tu tesoro se perdió
En nombre de la fe, negro fue esclavizado
De su vientre arrancado, Hizo plegaria a los orixás
Con la certeza de no volver jamás
En pleno barco negrero... Ô Ô Ô
Negro se pone a lamentar...
Crueldad y agonía
Testimoniadas por la Reina del Mar
Desembarcó en mi Brasil, la esclavitud
En los quilombos resistió a la explotación
Con la fuerza de su sangre construyó
Riqueza que él no disfrutó
Un sentimiento de libertad
Disfrazado en la verdad, por la abolición
Y hoy el negro canta
Y que este canto no sea en vano
Y la 'sociedad' viene clamando su perdón!
Mira por nosotros, oh mi señor
Ilumina la igualdad social
Y la Nación azul y rosa
Va a la lucha orgullosa
Contra el prejuicio Racial