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La Extraña

Solevante e Soleny

A Estranha

Que menina tão bonita
Conheci ali agora
Perguntei o nome dela
E aonde ela mora

Ela só deu um sorriso
E pegou na minha mão
Foi saindo e foi embora
Deixou comigo um cartão

No cartão tem o seu nome
Mais não tem seu endereço
Se eu não vê-la novamente
Sei que me enlouqueço

Enquanto eu lia o cartão
Ela desapareceu
Não sei se virou na esquina
Não sei se de mim escondeu

Já vi muita gente bonita
Formosa igual esta ainda não
Aquela estranha deixou
Ferido o meu coração

Agora só resta a esperança
De revê-la novamente
Aquele rostinho tão lindo
Que não sai da minha mente

Naquele olhar fascinante
Fiquei preso sem saída
Fiquei suspenso no ar
Pensando a minha vida

Não sei aonde procuro
Nem aonde pergunto por ela
Como eu faço meu Deus, como eu faço
Pra de novo encontrar com ela

Não sei se mora na fazenda
Ou talvez mora aqui na cidade
Só sei que o meu coração
Já está sentindo saudade

La Extraña

Qué chica tan bonita
Acabo de conocer
Le pregunté su nombre
Y dónde vive también

Ella solo sonrió
Y tomó mi mano así
Se fue y se marchó
Dejándome un papel

En el papel está su nombre
Pero no su dirección
Si no la vuelvo a ver
Sé que enloquezco yo

Mientras leía el papel
Ella desapareció
No sé si dobló en la esquina
No sé si me esquivó

He visto mucha gente linda
Pero como ella, ninguna
Esa extraña dejó
Herido mi corazón

Ahora solo queda la esperanza
De volverla a encontrar
Esa carita tan linda
Que no puedo olvidar

En esa mirada fascinante
Quedé atrapado sin salida
Quedé suspendido en el aire
Pensando en mi vida

No sé dónde buscar
Ni a quién preguntar por ella
Cómo hago, Dios mío, cómo hago
Para encontrarme de nuevo con ella

No sé si vive en el campo
O tal vez aquí en la ciudad
Solo sé que mi corazón
Ya está sintiendo nostalgia

Escrita por: Solevante, Raul Paula