Crônicas de Wander - Sombras dos Colossos
Seu rosto
Já não se expressa
Tão longe
O brilho que tem
Incerta é
A vida
E o seu controle
Não me convém
Você
É tudo pra mim, então vou te levar
Nos braços até chegar
Em terras proibidas
Eu sei
Preciso ir contra a natureza
É o que tenho que fazer
Ou vou perder você
E no templo a deixo no altar
Por favor traga ela de volta
O passado ecoa no presente
E o presente não vale sem ela
Agora eu tenho minha tarefa
Nessas terras
Viajarei
Sem saber se vou conseguir
Colossos eu
Derrubarei
Para ter você de volta pra mim
Não parecem do mau
E de verdade não ligo
Se eu completar essa missão
Vou ter de volta seu sorriso
Mas
Quem sabe entre suas memórias
Tenham grandiosas histórias
E mesmo que eu soubesse tudo
Não conheceria esse mundo
Mas
É tão estranho mata-los desse jeito
E todos os fins justificam os meios
E pelo meu amor, não importa o preço
Assim como ruinas, um coração sem concerto
Eu prefiro mergulhar
E só me afogar
Sem ela aqui do meu lado
Não tem sentido contemplar
A espada vou levantar
E ela vai apontar
E todas as mortes que colecionei
Pra poder a salvar
Já não podem enxergar
Nem sequer imaginar
E essas criaturas tão majestosas
Não poderão mais sonhar
Perdão o mal me consumir
Perdão precisar os matar
Mas por ela faço de tudo
Destruirei a terra e o mar
Vagando as ruinas
Resquícios de um mundo inteiro
Vocês foram tão incríveis
Perdão se os deixei com medo
Me afogando em escuridão
Foi egoísmo puro eu sei
Tomado por possessão
Perdi tudo que já amei
Mas no fim consegui a salvar
Mas o coração terminou morto
E minha alma vai se apagando
Nas sombras dos colossos
Crónicas de Wander - Sombras de los Colosos
Tu rostro
Ya no se expresa
Tan lejos
El brillo que tienes
Incierta es
La vida
Y tu control
No me conviene
Tú
Eres todo para mí, así que te llevaré
En mis brazos hasta llegar
A tierras prohibidas
Sé que
Debo ir contra la naturaleza
Es lo que tengo que hacer
O te perderé
Y en el templo la dejo en el altar
Por favor, tráela de vuelta
El pasado resuena en el presente
Y el presente no vale sin ella
Ahora tengo mi tarea
En estas tierras
Viajaré
Sin saber si lo lograré
Colosos yo
Derribaré
Para tenerte de vuelta para mí
No parecen del mal
Y de verdad no me importa
Si completo esta misión
Tendré de vuelta tu sonrisa
Pero
Quién sabe entre tus memorias
Haya grandiosas historias
Y aunque supiera todo
No conocería este mundo
Pero
Es tan extraño matarlos de esta manera
Y todos los fines justifican los medios
Y por mi amor, no importa el precio
Así como ruinas, un corazón sin arreglo
Prefiero sumergirme
Y solo ahogarme
Sin ella aquí a mi lado
No tiene sentido contemplar
La espada levantaré
Y ella apuntará
Y todas las muertes que he coleccionado
Para poder salvarla
Ya no pueden ver
Ni siquiera imaginar
Y estas criaturas tan majestuosas
No podrán soñar más
Perdón, el mal me consume
Perdón, necesito matarlos
Pero por ella haré de todo
Destruiré la tierra y el mar
Vagando entre ruinas
Restos de un mundo entero
Ustedes fueron tan increíbles
Perdón si los dejé con miedo
Ahogándome en la oscuridad
Fue puro egoísmo, lo sé
Tomado por la posesión
Perdí todo lo que amé
Pero al final logré salvarla
Pero el corazón terminó muerto
Y mi alma se va apagando
En las sombras de los colosos