Revés
Uma vida, uma voz, um grito
Que ecoa entre o concreto e os vidros.
Da metrópole que encolhe seus filhos
Transformando em números nosso destino.
Não existe vida, para quem ignora
Não existe paz para quem não tem alma.
Eu sou o frio, de suas noites aquecidas
Eu sou a dor de suas alegrias
Eu sou o medo em seus sonhos de grandeza
Eu sou a fúria, dentro de sua cabeça.
Não desistir, e revelar os falsos
Que controlam o que penso e o que falo,
Não finjo, não minto, não esqueço,
Eu encaro, eu discordo, eu sei o que estou vendo!!!
Não existe vida, para quem ignora
Não existe paz para quem não tem alma.
Eu sou o frio, de suas noites aquecidas
Eu sou a dor de suas alegrias
Eu sou o medo em seus sonhos de grandeza
Eu sou a fúria, dentro de sua cabeça.
Contratiempo
Una vida, una voz, un grito
Que resuena entre el concreto y los vidrios.
De la metrópoli que encoge a sus hijos
Convirtiendo nuestro destino en números.
No hay vida para quien ignora
No hay paz para quien carece de alma.
Soy el frío de sus noches cálidas
Soy el dolor de sus alegrías
Soy el miedo en sus sueños de grandeza
Soy la furia dentro de su cabeza.
No rendirse y desenmascarar a los falsos
Que controlan lo que pienso y digo,
No finjo, no miento, no olvido,
Enfrento, discrepo, sé lo que estoy viendo!!!
No hay vida para quien ignora
No hay paz para quien carece de alma.
Soy el frío de sus noches cálidas
Soy el dolor de sus alegrías
Soy el miedo en sus sueños de grandeza
Soy la furia dentro de su cabeza.