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Mi Querido Sertão

Sulino, Amarito e Douradense

Meu Querido Sertão

Meu querido sertão
Eu estou aqui de novo
Para rever o meu povo
Gente que me viu nascer

Sertão
De tantas belezas raras
Os rios de águas claras
Onde o gado vai beber

Sertão
Como é lindo o horizonte
O colorido dos montes
Onde o Sol vai se esconder

Sertão
Como é belo os passarinhos
Quando voltam aos seus ninhos
Anunciando o escurecer

Meu querido sertão
De planícies e planaltos
Onde a gente lá do alto
Admira o céu de anil

Sertão
Só mesmo quem te conhece
Em poemas enaltece
Seu encanto varonil

Sertão
Pequeno mundo encantado
Paraíso idolatrado
E um povo tão gentil

Sertão
Eu procuro com meus versos
Mostrar para o universo
As belezas do Brasil

Meu querido sertão
Dos catiras e das festas
Dos mutirões e serestas
Dos caboclos cancioneiros

Sertão
De campinas verdejantes
O meu saudoso berrante
Do tempo de boiadeiro

Sertão
Vivo sempre recordando
O carro de boi cantando
E o grito dos vaqueiros

Sertão
Meu encanto, minha vida
Tu és a doce guarida
Desse humilde brasileiro

Mi Querido Sertão

Mi querido sertão
Aquí estoy de nuevo
Para ver a mi gente
Gente que me vio nacer

Sertão
De tantas bellezas raras
Los ríos de aguas claras
Donde el ganado va a beber

Sertão
Qué hermoso es el horizonte
El colorido de las montañas
Donde el Sol se esconde

Sertão
Qué bellos son los pajaritos
Cuando vuelven a sus nidos
Anunciando el anochecer

Mi querido sertão
De llanuras y mesetas
Donde la gente desde arriba
Admira el cielo azul

Sertão
Solo aquellos que te conocen
En poemas exaltan
Tu encanto varonil

Sertão
Pequeño mundo encantado
Paraíso idolatrado
Y un pueblo tan gentil

Sertão
Busco con mis versos
Mostrar al universo
Las bellezas de Brasil

Mi querido sertão
De catiras y fiestas
De trabajos colectivos y serenatas
De los caboclos cantores

Sertão
De campos verdes
Mi añorado cuerno de buey
De la época de vaquero

Sertão
Siempre vivo recordando
El carro de bueyes cantando
Y el grito de los vaqueros

Sertão
Mi encanto, mi vida
Eres el dulce refugio
De este humilde brasileño

Escrita por: Quintino Elizeu / Sulino