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Adiós Querido São Paulo

Sulino e Marrueiro

Adeus São Paulo Querido

Adeus São Paulo querido
Capital dos paulistanos
Eu aqui só tive glória
Nunca tive desenganos

Dos braços desse caboclo
Meu norte tá precisando
É hoje que eu vou-me embora
Vou me despedir chorando
Mas deixo um abraço forte
Preciso voltar pro norte
Mamãe está me chamando

Eu quero pedir desculpas
Se faltei com a educação
Se pisei no pé de alguém
Não foi minha intenção

Se eu tive alguma falta
Você me deem o perdão
Quando saí lá do norte
São Paulo me deu a mão
Vou tentar nova conquista
Mas levo o povo paulista
Dentro do meu coração

O nosso bom presidente
É um homem de alma pura
Está ajudando o norte
No comércio e na leitura

Na indústria e na pecuária
Também na agricultura
Meu norte está progredindo
Já é terra de fartura
O grande Garrastazu
Quer ver o norte e o sul
Os dois na mesma altura

Pra minha velha mãezinha
Eu vou fazer companhia
Sentindo a minha falta
Ela chora noite e dia

Quando estiver distante
Lá em minha moradia
Vou falar bem dos paulistas
E da sua cortesia
São Paulo é bom de fato
Eu não posso ser ingrato
Com quem me acolheu um dia

Adiós Querido São Paulo

Adiós querido São Paulo
Capital de los paulistanos
Aquí solo tuve gloria
Nunca tuve desengaños

De los brazos de este caboclo
Mi norte está necesitando
Hoy me voy de aquí
Me despido llorando
Pero dejo un abrazo fuerte
Necesito volver al norte
Mamá me está llamando

Quiero pedir disculpas
Si fallé en la educación
Si pisé a alguien
No fue mi intención

Si cometí alguna falta
Les pido perdón
Cuando salí del norte
São Paulo me tendió la mano
Intentaré una nueva conquista
Pero llevo al pueblo paulista
Dentro de mi corazón

Nuestro buen presidente
Es un hombre de alma pura
Está ayudando al norte
En el comercio y la lectura

En la industria y la ganadería
También en la agricultura
Mi norte está progresando
Ya es tierra de abundancia
El gran Garrastazu
Quiere ver al norte y al sur
Ambos en la misma altura

Para mi viejita mamá
Le haré compañía
Sintiendo mi ausencia
Ella llora noche y día

Cuando esté lejos
En mi hogar
Hablaré bien de los paulistas
Y de su cortesía
São Paulo es bueno de verdad
No puedo ser ingrato
Con quienes me acogieron un día

Escrita por: Sulino, Moacyr dos Santos