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Goteo por el desagüe

Surra

Escorrendo Pelo Ralo

Um mundo perigoso e surdo
Não escuta a juventude
Ignora o crescimento
Da distância ideológica entre as gerações
A mente jovem guarda a chave para a saída
Minha voz não vai ser calada

Quieta e sorrateira, uma doença em silêncio
E não se fala sobre ela e assim tiramos nossas próprias vidas
E traz à superfície o mesmo problema desde sempre
Minha voz não vai ser calada

O cansaço toma conta, nosso ódio ainda grita
Trabalhar nesse sistema é aceitar a escravidão
Nas suas diversas formas, toda vez que eu me lembro disso
Eu vejo a minha vida

Escorrendo pelo Ralo

Fúteis, fáceis eu corto conexão
Longe da sua teia, longe do radar da cooptação
Do lado obscuro, esquecido surgiu iluminação
Ofusca e cega a morte
E aí então nossa fuga

Goteo por el desagüe

Un mundo peligroso y sordo
No escuches a la juventud
Ignorar el crecimiento
Desde la distancia ideológica entre generaciones
La mente joven tiene la llave de la salida
Mi voz no se callará

Silencioso y astuto, una enfermedad en silencio
Y tú no hablas de ello y nos quitamos la vida
Y trae a la superficie el mismo problema desde siempre
Mi voz no se callará

El cansancio se apodera, nuestro odio sigue gritando
Trabajar en este sistema es aceptar la esclavitud
En sus diversas formas, cada vez que lo recuerdo
Veo mi vida

Goteo por el desagüe

Fútil, fácil de cortar la conexión
Lejos de tu web, lejos del radar de cooptación
Del lado oscuro, olvidado surgió la iluminación
Ciega y ciega la muerte
Y luego nuestro escape

Escrita por: Guilherme Elias / Leeo Mesquita / Victor Miranda