Brasil Pandeiro - Izaura
Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor
Eu vou a Penha vou pedir a padroeira para me ajudar
Salve o Morro do Vintém, pendura a saia eu quero ver
Eu quero ver o Tio San tocar pandeiro para o mundo sambar
O Tio San está querendo conhecer a nossa batucada
Andou dizendo que o molho da baiana melhorou seu prato
Vai entrar no cuzcuz, acarajé e abará
A Casa Branca já dançou a batucada com Ioiô e Iaiá.
Brasil esquentar vossos pandeiros, Iluminai os terreiros
Que nós queremos sambar...
Há quem samba e diferente noutras terras outra gente
O batuque de matar, oi.
Batucada reunir vossos valores, pastorinhas e cantores
Expressão que não tem par Oh meu Brasil.
Brasil... esquentai vossos pandeiros iluminai os terreiros
Que nós queremos sambar.
Ai, ai, ai, izaura, hoje eu não posso ficar
Se eu cair em seus braços, não há desperta- dor
Que me fa- ça acordar, (eu vou trabalhar)
Ai, ai, ai, izaura, hoje eu não posso ficar
Se eu cair em seus braços, não há desperta- dor
Que me fa- ça acordar, (eu vou trabalhar)
O trabalho é um dever, todos devem respeitar
O izaura me desculpe, no domingo eu vou voltar
Seu carinho é muito bom, ninguém pode contestar
Se você quiser eu fico
Mas vai me prejudicar
Eu vou trabalhar
Brasil Pandeiro - Izaura
Ha llegado el momento de que estas personas bronceadas muestren su valor
Iré a Penha. Le pediré al santo patrón que me ayude
Salvar el Morro do Vintum, colgar la falda que quiero ver
Quiero ver al tío San jugar pandereta para el mundo a sambar
El tío San quiere conocer a nuestros tambores
Has estado diciendo que la salsa Bahiana ha mejorado tu plato
Entrará en el cuzcuz, acarajé y abará
La Casa Blanca ya ha bailado el bastón con Yo-Yo y Yay
Brasil caliente sus panderetas, Ilumina los terreiros
Que queremos sambar
Hay que samba y diferente en otras tierras otras personas
El tambor asesino, hola
Batucada reúne tus valores, pastores y cantantes
Expresión que no tiene pareja Oh mi Brasil
Brasil... Esquentai sus panderetas iluminan los terreiros
Que queremos Sambar
Ay, ay, izaura, hoy no puedo quedarme
Si caigo en tus brazos, no hay despertar— dolor
Déjame despertar, (voy a trabajar)
Ay, ay, izaura, hoy no puedo quedarme
Si caigo en tus brazos, no hay despertar— dolor
Déjame despertar, (voy a trabajar)
El trabajo es un deber, todo el mundo debe respetar
El izaura discúlpame, el domingo volveré
Tu afecto es muy bueno, nadie puede disputar
Si quieres, me quedaré
Pero me hará daño
Voy a trabajar