395px

Parálisis del Sueño

Talharim

Paralisia do Sonho

Não foi você quem falou demais
E eu já peço desculpas pois eu sei que eu vou exagerar demais
E isso nem me afeta tanto assim
Mas não depende disso é minha autoestima que é ruim
Sem motivo para ser
Aquilo que tu disse se tornou um monstro a me doer

E eu penso nos beijos que eu te dei
E eu penso nos sonhos que eu criei
E então eu percebo que em uma única noite eu mudei
E eu sei que o tempo foi pouco demais
E eu sei que eu repito essa palavra demais
Mas olhe do que esse encontro foi capaz

Cinco horas são uma eternidade de
Dúvidas que me corroem
Uma dor que me destrói
O que eu afeto e o que me afeta eu não sei mais
Me deitar na escuridão
Lembrar das suas coxas em minhas mãos
Dos teus sussurros involuntários, é minha procissão

Pra não pensar num universo alternativo a mais

Te ver escorrer
Pelas mãos da minha vida e caindo rumo ao esquecer
E eu me esforço para evitar isso mas me dói demais saber
Que eu jamais seria visto de tal jeito por você

E que outra pessoa ocupa meu espaço na

Sua mente, minha ambição
Que quando aproximo fecha o portão
Você faz pouco caso e a culpa não é sua, eu sei que não
Culpa minha em deglutir
As emoções que eu tento omitir
E fingir que alguém pensa em mim na hora de dormir

Como eu penso em você
Ao menos quando eu tento sorrir
Pensando em nosso único encontro
Em quanto eu pude te sentir
Como posso ser assim?
Um idiota tão chinfrim
Apaixonado pela ilusão de
Ter você pra mim

Parálisis del Sueño

No fuiste tú quien habló demasiado
Y pido disculpas de antemano porque sé que exageraré demasiado
Y eso ni siquiera me afecta tanto
Pero no se trata de eso, es mi autoestima la que está mal
Sin razón para ser
Lo que dijiste se convirtió en un monstruo que me duele

Y pienso en los besos que te di
Y pienso en los sueños que creé
Y entonces me doy cuenta de que en una sola noche cambié
Y sé que el tiempo fue demasiado corto
Y sé que repito esa palabra demasiado
Pero mira de lo que este encuentro fue capaz

Cinco horas son una eternidad de
Dudas que me corroen
Un dolor que me destruye
Lo que afecto y lo que me afecta ya no lo sé
Acostarme en la oscuridad
Recordar tus muslos en mis manos
Tus susurros involuntarios, son mi procesión

Para no pensar en un universo alternativo más

Verte escurrir
Por las manos de mi vida y cayendo hacia el olvido
Y me esfuerzo por evitarlo pero me duele demasiado saber
Que nunca sería visto de esa manera por ti

Y que otra persona ocupa mi lugar en

Tu mente, mi ambición
Que cuando me acerco cierras la puerta
No le das importancia y la culpa no es tuya, sé que no
Culpa mía por digerir
Las emociones que intento ocultar
Y fingir que alguien piensa en mí a la hora de dormir

Como yo pienso en ti
Al menos cuando intento sonreír
Pensando en nuestro único encuentro
En cuánto pude sentirte
¿Cómo puedo ser así?
Un idiota tan patético
Enamorado de la ilusión de
Tenerte para mí

Escrita por: Leonardo Macedo Soares