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Valsa Sina

Tatá e Danú

Valsa Sina

Ai que eu não aguento
Teu pavio, meu lamento
Ai que eu não resisto
Faço a cama e insisto

Deita, que eu te embaralho
Deita, que eu te ensino um talho
Deita, que eu te dobro em cinco
Capricho no vinco, e chamo o tal vigário

Ai que eu me enfado
Todo dia, ao seu lado
Ai que ladainha
Minha e tua, adivinha

Senta, que a lua é cheia
Senta, achamos a veia
Senta, pinta de vermelho
Esse acimentado pr’um domingo alado

Ai que eu não aguento
Teu enfado, ao meu lado
Ai que ladainha
Nessa cama, adivinha

Senta, acha tua veia
Deita, que é lua cheia
Deita, insisto, de vermelho
No meu embaralho num domingo alado

Ai que eu não aguento
Teu pavio, meu lamento
Ai, que eu me enfado
Todo dia, ao teu lado

Deita, que eu te embaralho
Senta, que eu te tiro um talho
Deita que eu te dobro em cinco nesse acimentado
Do senhor vigário

Deita, que a faca corta
Senta, se faça de morta
Deixa que eu te desanimo e um outro
Destino bate a nossa porta

Valsa Sina

Ay, que no aguanto
Tu mecha, mi lamento
Ay, que no resisto
Hago la cama e insisto

Acuéstate, que te confundo
Acuéstate, que te enseño una herida
Acuéstate, que te doblo en cinco
Cuido el pliegue, y llamo al tal vicario

Ay, que me canso
Todos los días, a tu lado
Ay, qué letanía
Mía y tuya, adivina

Siéntate, que la luna está llena
Siéntate, encontramos la vena
Siéntate, pinta de rojo
Este cementado para un domingo alado

Ay, que no aguanto
Tu cansancio, a mi lado
Ay, qué letanía
En esta cama, adivina

Siéntate, encuentra tu vena
Acuéstate, que es luna llena
Acuéstate, insisto, de rojo
En mi confusión en un domingo alado

Ay, que no aguanto
Tu mecha, mi lamento
Ay, que me canso
Todos los días, a tu lado

Acuéstate, que te confundo
Siéntate, que te hago una herida
Acuéstate que te doblo en cinco en este cementado
Del señor vicario

Acuéstate, que el cuchillo corta
Siéntate, hazte la muerta
Déjame desanimarte y otro
Destino golpea nuestra puerta

Escrita por: Tatá Weber