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Bulimídia

Teatro Asfalto

Bulimídia

Cortar os pulsos num segundo, em troca de minutos de atenção,
Pra quem se sente invulnerável, pra quem quer o mundo em suas mãos,
Sua mente é tão vazia e todos estão cheios de você, falando mau pelas costas,
Dos que não podem te ouvir,

Não vou desperdiçar mais, meu tempo por aqui,
Com quem se sente onipotente, com quem se julga infeliz,
Não vou desperdiçar mais,palavras pra você,
Que vive vomintando o que come e rindo daqueles que morrem de fome,

Talvez um dia em tua vida, tua consciência te conheça,
Tomara que Deus tenha pena e descarte sua adolescência.

Seu paraíso é construído de jóias, modas e vestidos,
De não enteder a vida, da sua diária bulimia,
Suas verdades são mentiras e já não te dão ouvidos,
Mas só você não pode ver o seu próprio desperdício,

Não vou desperdiçar mais, meu tempo por aqui,
Com quem se sente onipotente, com quem se julga infeliz,
Não vou desperdiçar mais,palavras pra você,
Que vive vomintando o que come e rindo daqueles que morrem de fome,

Talvez um dia em tua vida , o arrependimento te conheça,
Tomara que Deus tenha pena e descarte sua adolescência.

Bulimídia

Cortar las muñecas en un segundo, a cambio de minutos de atención,
Para aquellos que se sienten invulnerables, para aquellos que quieren el mundo en sus manos,
Tu mente está tan vacía y todos están llenos de ti, hablando mal a tus espaldas,
De los que no pueden escucharte,

No voy a desperdiciar más mi tiempo aquí,
Con aquellos que se sienten omnipotentes, con los que se creen infelices,
No voy a desperdiciar más palabras contigo,
Que vives vomitando lo que comes y te ríes de aquellos que mueren de hambre,

Quizás algún día en tu vida, tu conciencia te conozca,
Ojalá que Dios tenga compasión y descarte tu adolescencia.

Tu paraíso está construido de joyas, modas y vestidos,
De no entender la vida, de tu bulimia diaria,
Tus verdades son mentiras y ya no te escuchan,
Pero solo tú no puedes ver tu propio desperdicio,

No voy a desperdiciar más mi tiempo aquí,
Con aquellos que se sienten omnipotentes, con los que se creen infelices,
No voy a desperdiciar más palabras contigo,
Que vives vomitando lo que comes y te ríes de aquellos que mueren de hambre,

Quizás algún día en tu vida, el arrepentimiento te conozca,
Ojalá que Dios tenga compasión y descarte tu adolescencia.

Escrita por: Teatro Asfalto