Cunhada
Cunhada por favor não venha mais
Em suas férias colegiais visitar a minha casa.
Cunhada você acaba me matando,
Cada vez mais transformando o meu coração em brasa.
Cunhada sua irmã, minha amada, pediu nesta madrugada
Que eu fosse lhe cobrir...
Seu corpo, quase despido encontrei,
De tanta tensão fiquei... quase que não resisti...
(Refrão)
Não venha com seu vestido vermelho,
Bem pra cima do joelho, em minha frente sentar.
Cunhada tenho medo que eu esqueça,
Posso perder a cabeça e uma hora te agarrar.
Cunhada, eu ouço você ao lado
Se mexer no alcochoado quando seu sono não vem.
Cunhada, eu estou no outro quarto,
Com a alma em sobresalto, a noite inteira também.
De canalha eu sei que vão me chamar,
Somente por eu amar a irmã de minha mulher...
De tudo meu coração é culpado,
Amando sem ser amado, querendo quem não me quer...
(Refrão)
Não venha com seu vestido vermelho,
Bem pra cima do joelho, em minha frente sentar.
Cunhada tenho medo que eu esqueça,
Posso perder a cabeça e uma hora te agarrar.
Cuñada
Cuñada por favor no vengas más
En tus vacaciones de colegio a visitar mi casa.
Cuñada, terminas matándome,
Cada vez más convirtiendo mi corazón en brasas.
Cuñada, tu hermana, mi amada, pidió esta madrugada
Que fuera a cubrirla...
Tu cuerpo, casi desnudo encontré,
De tanta tensión casi no resistí...
(Coro)
No vengas con tu vestido rojo,
Corto hasta arriba de la rodilla, a sentarte frente a mí.
Cuñada, tengo miedo de olvidar,
Puedo perder la cabeza y en algún momento agarrarte.
Cuñada, te escucho al lado
Moverte en la cama cuando el sueño no llega.
Cuñada, estoy en la otra habitación,
Con el alma en vilo, toda la noche también.
De canalla sé que me van a llamar,
Solo por amar a la hermana de mi mujer...
De todo, mi corazón es culpable,
Amando sin ser amado, queriendo a quien no me quiere...
(Coro)
No vengas con tu vestido rojo,
Corto hasta arriba de la rodilla, a sentarte frente a mí.
Cuñada, tengo miedo de olvidar,
Puedo perder la cabeza y en algún momento agarrarte.
Escrita por: Jose Fortuna / Paraíso